segunda-feira, 21 de abril de 2008

Infidelidade insistente

Jeremias 2.21-28

Porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mais os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se (Rm 1.21).

A infidelidade acontece quando resolvemos tomar nossas decisões baseadas em nossa vontade, e não na vontade de Deus.
Fé, fiel. Significa o abandono de toda a confiança em nossos próprios recursos; fé implica em completa dependência de Deus e plena obediência ao Senhor. O que temos feito em nossa vida? Temos sido fiéis a Deus, nossa vida agrada o Senhor?
Podemos ver no texto de Jeremias um exemplo de infidelidade consciente: Não é inútil, porque amo os estranhos e após eles irei (ARA). Estavam convictos da preferência em abandonar a Deus e servir ao mundo e seus desejos.
Nada mais atual do que pessoas tomarem o nome de cristão, mas sua vida não apresentar nada que o difere do não cristão. Pessoas totalmente envolvidas com o pecado, uma situação onde se diz: eu sei que estou errado mas, não adianta, eu amo os estranhos e vou para eles, vou atrás dos meus próprios interesses. Mas como isso chega a acontecer? Como alguém pode cair neste extremo?
A infidelidade desenfreada é um processo, em que vamos deixando a Deus cada dia um pouquinho, até que somos envolvidos por tanta sujeira que ficamos atolados. Os pés estão machucados de andar atrás do que é errado, mas isso nada adianta. A infidelidade vai trazendo dia a dia feridas constantes: no bolso, na saúde, no coração, na mente. Sentimos maior carência, desejo da paz de Deus, vontade de mudança, mas nada fazemos.
Abra os olhos, lute contra a infidelidade, contra toda preguiça espiritual. Lembre-se que infidelidade não leva a lugar nenhum, senão à morte. Já os caminhos da fidelidade são recompensadores. Seja fiel a Deus. É o único caminho para a felicidade. Deus quer que sejamos fiéis a Ele em todos os aspectos, e nos dará forças para alcançarmos este maravilho alvo.

Busque a Deus, seja fiel!