sábado, 21 de junho de 2008

A lei

Mateus 5.19

E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos (Gl 6.9).

Dois erros muito comuns são praticados em relação à lei de Deus. Existem aqueles que têm um apego exagerado a lei. Estes vivem acrescentando preceitos humanos indevidamente a ela. Também existem aqueles que acham que não precisam cumprir a lei, não se preocupando com a santidade. A Bíblia afirma que o homem não pode ser justificado pela lei. Somos salvos pela graça, mas isso não significa que não precisamos fazer o que é correto. Jesus disse: Não pensem que vim abolir a Lei ou os profetas; não vim abolir, mas cumprir (Mt 5.17). A lei moral representa a vontade de Deus para nossa vida e deve ser observada. Através dela podemos discernir qual é o caminho mau e o reto. Quando conhecemos a Deus passamos a praticar a lei de forma diferente. Sua lei, por intermédio do Espírito Santo, está presente em nosso coração. Mais do que escrita em um manual ela, é escrita em nossas mentes.
O grande perigo é nos afastarmos de Deus, permitindo que os pensamentos de desobediência comecem a encontrar espaço em nossa vida. O perigo é se acostumar com a desonestidade, imoralidade e injustiça tão comuns nos dias atuais. Rui Barbosa escreveu uma frase que reflete esta realidade: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”
Pode ser difícil, mas é nosso dever insistir em ser correto. Aqueles que desobedecem e, conseqüentemente, acabam ensinando outros a desobedecerem, estão desagradando a Deus e prejudicando seu próximo. Devemos lembrar que fazer o que é correto, sempre vai nos beneficiar, embora não pareça. A desonestidade e o mau caminho sempre levam para a decepção. Precisamos praticar e ensinar a outros a verdade de Deus, assim seremos maiores no reino dos céus.

Afaste-se do mal e faça o bem