segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Meditar

Salmo 63.1-8

Os meus olhos antecipam-se às vigílias noturnas, para que eu medite nas tuas palavras” (Sl 119.148).

Tantas atividades, tantos problemas para resolver, tantas notificações de redes sociais, será que alguém ainda sai andando pelo campo a meditar como fez Isaque (Gn 24.63)? Ou será que alguém ainda acorda mais cedo, de madrugada e aproveita as primeiras horas do dia para aprender e meditar nos ensinamentos de Deus em sua palavra?  
Não importa o que os outros fazem. Este deve ser o nosso compromisso com Deus. Separar tempo de qualidade, nos desligarmos de toda agitação. Meditar sobre nossa vida, nossa história e sobre os planos de Deus para nós. A meditação nos capacita a tomar decisões, ficamos mais sensíveis à voz de Deus. 
A meditação cristã não é como a meditação oriental, vai muito além. A meditação oriental é uma tentativa para esvaziar a mente, meramente um método de controlar as ondas celebrais a fim de melhorar o bem estar fisiológico e emocional. Na meditação cristã, podemos até esvaziar a mente, mas com o fim de enchê-la. O afastamento da confusão que nos cerca é para que tenhamos uma união rica com Deus.
Josué disse: não pare de falar da palavra de Deus, medite, estude-a dia e noite (Js 1.8).  Jó meditando sobre a brevidade da vida, viu que ainda havia esperança para ele mesmo que fosse apenas no dia da ressurreição (Jó 14). Aprendemos em Provérbios que quem medita antes de falar diz o que é certo (Pv 15.28). 


Meditar em coisas que edificam é um prazer que resulta em progresso.