segunda-feira, 27 de março de 2017

Lagartas processionárias

Mateus 15.29-31

Estatelai-vos e ficai estatelados, cegai-vos e permanecei cegos; bêbados estão, mas não de vinho; andam cambaleando, mas não de bebida forte.” (Is 29.9).

As lagartas processionárias alimentam-se de flores e folhas de árvores. Movem-se em "procissões" (daí o nome), cada uma com a cabeça colada à extremidade da outra. Jean-Henri Fabre, naturalista francês, ao estudar um grupo dessas lagartas, induziu-as a se movimentarem em torno de um grande círculo. Ele pressupunha que depois de algum tempo, as lagartas perceberiam seu caminho circular, ficariam cansadas da marcha inútil e partiriam em uma nova direção. Mas não foi o caso. Pela força do hábito, esse círculo vivo continuou a se arrastar ao redor do vaso, vez após vez, dia após dia, mantendo a mesma velocidade! Uma porção de comida foi colocada ao lado do vaso, em plena vista das lagartas, mas fora do alcance do círculo. Mesmo assim, elas permaneceram em sua vereda por sete dias e noites - numa marcha rumo à morte. As lagartas processionárias estavam seguindo sua experiência passada, instinto, hábito, precedência, costume, padrão normal. Mas estavam seguindo às cegas.
Infelizmente muitos estão caminhando na vida por inércia. A direção tomada, mesmo que errada, não é abandonada. Só existe um caminho para a cura desta cegueira. Este caminho está em Jesus. Da mesma forma que Jesus curou muitos cegos fisicamente em seu ministério terreno, hoje ele é capaz de curar nossa cegueira. Jesus abre os olhos do cego para que este não pereça em seu caminho de escuridão.


Que área de sua vida você mais precisa mudar?