quinta-feira, 27 de julho de 2017

Estranha amizade

Salmo 41.9-13

“Livra-me e salva-me do poder de estranhos, cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade” (Sl 144.11). 

Conta-se que três touros viviam num vale isolado: um branco, um preto e um marrom. Vivia no mesmo vale um leão que nada podia contra os touros, pois estavam solidários contra ele. Um dia, disse o leão aos touros preto e marrom: “Corremos aqui o risco de chamar a atenção dos caçadores por causa do touro branco: sua cor é diferente e vistosa, enquanto nós três temos cores semelhantes e discretas. Deixai-me comê-lo para que vivamos mais tranquilamente.” Os dois touros concordaram. E o leão devorou o touro branco. Dias depois, disse ao touro marrom: “Tua cor e a minha são iguais. Deixa-me comer o touro preto para que vivamos aqui mais tranquilos.” O touro concordou. E permaneceu sozinho frente ao leão. Disse-lhe então o leão: “Chegou a tua vez. Vou devorar-te.” – Faze-o, respondeu o touro. Mas antes deixa-me proclamar esta verdade: “Fui devorado no dia em que foi devorado o touro branco”.
Devemos demostrar compaixão para com nossos amigos. Quando nossa preferência é seguir conselhos de estranhos, desprezando aqueles que confiam em nós, não só deixamos nosso amigo desprotegido, como também nos enfraquecemos. A derrota começa no dia em que, aos poucos, vamos cedendo à voz do inimigo, ouvindo pequenas sugestões que aparentemente nos favorecem, deixando princípios fundamentais, leis importantes, para buscar um aparente conforto. Estejamos alertas. Que o inimigo não venha a triunfar em nossa vida. Que Deus nos sustente com integridade. 


Na presença de Deus tomemos decisões sábias.