segunda-feira, 17 de julho de 2017

Riscos da vida

1Reis 2.1-3

“Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; confirma sobre nós as obras das nossas mãos, sim, confirma a obra das nossas mãos” (Sl 90.17).

Tem gente que acha que na vida devemos arriscar para vencer. Outros acreditam que devemos ser cautelosos, precisos, agir somente quando tivermos certeza de algo. Peter Druckek disse: “Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr”. Sua frase tem sentido. Devemos ser equilibrados. Nem cautelosos demais, nem aventureiros demais. Mas viver sempre traz um tipo de risco. É preciso, de certa forma, arriscar às vezes. Como disse Soren Kierkegaard: “Rir é arriscar-se a parecer louco. Chorar é arriscar-se a parecer sentimental. Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver. Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro. Amar é arriscar-se a não ser amado. Expor suas ideias e sonhos ao público é arriscar-se a perder. Viver é arriscar-se a morrer. Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção. Tentar é arriscar-se a falhar.” Passar a vida evitando desafios é mais arriscado do que arriscar-se. O mais importante, e que sempre deve ser lembrado, é que nossas decisões devem ser tomadas de acordo com a Palavra de Deus. Quando Davi está para entregar seu trono para seu filho Salomão, ele não o orienta a governar de forma arriscada ou cuidadosa. O que Davi diz é que ele deveria guardar os preceitos do Senhor, andar nos caminhos de Deus, para prosperar em tudo que fizesse. 


Se conhecemos a palavra de Deus não precisamos ter medo de tomar decisões arriscadas.