domingo, 13 de agosto de 2017

Humanidade caída

Romanos 1.18-22

“Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem” (Rm 1.32).

Romanos 1, a partir do versículo 18, fala sobre a maldade humana e a ira de Deus. “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça”. O grande pecado do homem é aqui apresentado como deter a verdade pela injustiça. O homem quer impedir a verdade da existência de Deus, sufocar a verdade dos mandamentos de Deus. Assim, muitos vivem como disse sabiamente R. C. Sproul: “As pessoas não querem ouvir a respeito de Deus. Esse conhecimento é suprimido. É rechaçado e elas não têm nenhum desejo de ter Deus na mente”. Tentam anular Deus. Praticam o que é mau e até incentivam outros a também praticarem. “Existe honra entre ladrões. A miséria ama companhia. Se pudermos seduzir outros a juntarem-se a nós em nosso pecado, poderemos abandonar os nossos tabus em vez de nos arrependermos de nossa culpa” (R. C. Sproul). Querem ser sábios, mas são na verdade loucos. Paulo diz que Deus os entregou à imundícia. Não há nada pior para o pecador do que ser escravo do pecado. 
Paulo apresenta esta face obscura do homem. Mostra como é realmente o homem sem Deus. Ele quer reforçar a importância do evangelho. Graças a Deus que Jesus nos salvou. Nos livrou da morte que merecíamos. Somos salvos para sermos conforme à sua imagem.  


Precisamos sempre lembrar que necessitamos desesperadamente de Deus.