quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Turbulência

Deuteronômio 32.1-4

“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (Dt 32.4).

Contam que, em uma de suas viagens, o evangelista Billy Graham tentou inutilmente evangelizar um passageiro sentado ao seu lado no avião. O homem não deu importância ao evangelista e tampouco à sua mensagem. Mas em dado momento o avião passou a ser sacudido por uma ameaça de pane, deixando muitos passageiros assustados, inclusive o companheiro de poltrona de Graham, que imediatamente voltou-se a ele e disse: “Como era mesmo aquela história que o senhor estava contando?”
A aparente tranquilidade tem sido para muitos desculpa para não buscar a Deus.  Também devido à grande falta de modelos, de homens piedosos, de igrejas sérias, muitos preferem ser “desigrejados”. Acredito que muitos podem, por meio de uma situação de abalo na vida, começar a buscar a Deus. Nas crises, o homem sente de perto sua insignificância e a necessidade da ajuda de Deus. Mas viver sem compromisso, sem importar-se com Deus, sem o verdadeiro conhecimento de Deus em sua palavra já é a maior turbulência que alguém pode viver. Quem se entrega à sua própria consciência e conhecimento está vivendo em uma situação perigosa. Está voando sem piloto, fazendo uma viajem a cujo destino é a morte. Ouçamos a Deus! A palavra de Deus é como chuva no deserto. Deus é uma rocha. 


Firmados em Deus, nossa vida não sofrerá na turbulência.