sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Medrosos rebeldes

Números 14.6-9

“Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade.” (1Cr 29.11a).

Josué e Calebe tinham ido à terra prometida e tinham visto que ela era muitíssimo boa. Para entrar, era preciso que eles enfrentassem o inimigo. A afirmação de Calebe é verdadeira: “Se o Senhor se agradar de nós venceremos…” (Nm 14.8). A luta era certa e, confiados em Deus, a vitória seria o resultado. Mas o povo, enfraquecido pelo medo, não quis entrar. Eles disseram: “…A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Nm 13.32). No lugar da confiança e da vitória deram lugar ao medo e rebeldia. O Rev. Hélio de Oliveira Silva faz um comentário interessante desta passagem: “Medo e rebeldia estão sempre no coração de quem não quer caminhar para frente, e que só pensa para trás. Se ele não tem coragem para ir, não quer que a sua covardia seja revelada na coragem dos outros, por isso faz propaganda contra. O medo é coragem ao contrário. É impressionante como as pessoas medrosas e covardes são tão corajosas na hora de falar mal e arruinar um projeto bom, ou difamar uma pessoa que o desafia a ser e agir diferente”.
Realmente o medo pode nos levar à rebeldia. Trocamos a fé pela decepção. A rebeldia começa, pois não queremos nos sentir derrotados sozinhos. Não sejam rebeldes, não sejam medrosos! Nossa palavra deve ser de confiança. Não sejamos pessimistas como o povo que disse: “…Não poderemos subir, eles são mais fortes do que nós” (Nm 32.31). Sempre devemos pensar e dizer como Calebe: “Se o Senhor se agradar de nós, nos fará vencer”((Nm 13.32).

Deus nos dará uma terra que mana leite e mel.