sábado, 9 de dezembro de 2017

Avarento eu?

Hebreus 13.5-7

Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.” (Lc 12.15).

Você já percebeu como é difícil falar sobre o pecado? Vivemos num tempo de defeitos e pecados camuflados. O sujeito não é orgulhoso, tem auto estima. Não é preguiçoso, apenas está com melancolia, indisposição ou depressão. Não conheço uma pessoa que peca por glutonaria e sim pessoas que gostam de comer bem. Você já viu um invejoso? Só conheço pessoas que se dizem sinceras e por isso gostam de criticar os outros, menosprezar as conquistas dos “amigos” e ficam tristes apenas com o sucesso imerecido de alguém. Agora como falar dos avarentos? Eles também parecem que não existem. Encontramos muitas pessoas prevenidas que juntam dinheiro para os tempos difíceis ou gastam muito porque dizem não ser apegadas ao dinheiro. 
Ter dinheiro não é um mal. Guardar dinheiro não é um mal. O problema está em alguém acreditar realmente que possui coisas. E por acreditar que podem ter coisas que são suas, dedicam sua vida, seu suor em obter coisas. Colocam seu coração nos bens materiais e sem saber se tornam avarentos. Pessoas que não sabem dividir, doar algo, e até não conseguem mais viver tranquilas quando não estão consumindo algo. Esquecem que os bens não são levados quando morrem. Precisamos ter cuidado com a avareza. Nos afastar, aborrecer a avareza. “Não se deixem dominar pelo amor ao dinheiro e fiquem satisfeitos com o que vocês têm, pois Deus disse: “Eu nunca os deixarei e jamais os abandonarei” (Hb 13.5). 


Estejamos envolvidos com o verdadeiro tesouro.