terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Perigos ocultos

Provérbios 4.3-9

Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao pescoço; escreve-as na tábua do teu coração.” (Pv 3.3).

Uma árvore foi derrubada pelo vento. Ela tinha quase 500 anos de idade. Raios haviam atingido a árvore 14 vezes, mas ela sobrevivera. Além disso, desafiara a devastação da neve e do gelo glaciais e até mesmo a força destrutiva de um terremoto. O que havia destruído aquela árvore aparentemente imortal? Minúsculos besouros que abriram caminho cavando a casca, chegando ao próprio cerne da árvore. O Rev. Samuel Vieira comentando sobre esta história disse: “O nosso problema não são os terremotos circunstanciais, nem os vendavais, nem raios que caem sobre nós. O nosso grande problema nosso são os agentes da morte que se ocultam em nosso próprio coração, levando-nos a descrer de Deus, dos amigos e de nós mesmos. Fatores externos não são o nosso grande desafio”. 
Estamos tão preocupados com os inimigos externos que podemos correr o perigo de esquecer os inimigos internos. Podemos correr o risco de nos acharmos muito fortes e sábios. Achar que nada pode nos derrubar. Mas ao mesmo tempo esquecermos o mais importante que é cuidar do coração. Cuidar do coração é regá-lo com o conhecimento de Deus diariamente. Ter cuidado com o coração é não deixa-lo contaminar com pensamentos humanos, egoístas. Provérbios 3.5 diz: “Confie no SENHOR de todo o coração e não se apoie na sua própria inteligência”. “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv 4.23).


O perigo é sempre vital porque não pode ser facilmente identificado.