quarta-feira, 11 de julho de 2018

Morte na panela

2Reis 4.38-41

Estão chegando os dias”, declara o Senhor, o Soberano, “em que enviarei fome a toda esta terra; não fome de comida nem sede de água, mas fome e sede de ouvir as palavras do Senhor (Am 8.11).

Eliseu estava ensinando um grupo de pessoas em Gilgal. O tempo foi passando e a fome chegou. Eliseu então dá a seu servo uma tarefa muito difícil, fazer comida para eles. Era tempo de escassez de alimento e o seu obediente servo saiu a procurar no campo alguns legumes. A pressa, junto com a falta de alimento na região, fez com que ele fosse descuidado pegando uma fruta que podia matar por envenenamento. “Ao procurar por ingredientes para o ensopado em lugares mais distantes do campo por causa da fome, é possível que ele tenha colhido uma planta desconhecida, colocíntidas. Aproximadamente do tamanho de uma laranja, esse fruto tinha um sabor amargo” (BG). Sem saber, o servo fez a comida e quando provaram sentiram o gosto amargo e começaram a gritar para Eliseu: “Morte na panela”. Eliseu pediu um pouco de farinha e misturou na comida e o cozido já podia ser comido sem perigo.  
Muitas lições podemos tirar de uma história como esta. Havia fome naquela terra. Hoje também existem lugares em que a fome é um grave problema. Além da fome física, existe vários tipos de fome.  Fome espiritual, fome financeira e fome emocional. O servo de Eliseu saiu em busca de alimento. Também saímos em busca de matar nossa fome. E corremos o perigo de fazer escolhas precipitadas, escolhas pela aparência. No lugar de nos alimentarmos, podemos nos envenenar. Farinha foi acrescentada ao alimento envenenado. A ação de Deus é representada pelo profeta Eliseu que, acrescentando farinha na panela, não apenas eliminou o veneno, como fez do veneno alimento saudável. Quando nos alimentamos da palavra de Deus, além de sermos purificados, somos usados para alimentar outras pessoas. Paulo era a morte, ele perseguia os cristãos. Quando Cristo entrou em sua vida, ele se tornou alimento e vida para as pessoas. 

Precisamos nos alimentar da verdade.