terça-feira, 22 de abril de 2008

Omissão

Lucas 6.6-9

Pois nenhum de nós vive apenas para si, e nenhum de nós morre apenas para si (Rm 14.7).

A cada dia os corações das pessoas tornam-se mais individualistas. O problema desta geração é que sua busca pela realização pessoal tem se tornado mais importante que qualquer lei ou mandamento, que qualquer necessidade de outra pessoa. O importante é ser feliz, não importa o quanto devem transgredir para alcançar esta “felicidade”. O que importa é a felicidade pessoal, mesmo que ela seja conquistada através da tristeza de outras pessoas. Mesmo que para alcançá-la seja necessário ignorar ou até oprimir quem está por perto.
Grande é a falta de percepção que ocorre quando não se vê que algo que desagrada a Deus não pode trazer satisfação verdadeira. Qualquer ação ou pensamento que seja errado diante da Palavra de Deus precisa ser rejeitado. A desculpa de que os fins justificam os meios deve ser recriminada.
Uma geração que tem a realização pessoal como algo mais importante que a moral e se agrada mais em si mesmo do que em Deus e sua vontade, não se preocupa com o que deveria estar fazendo pelos outros. Esquece que tem uma missão a fazer muito maior do que sonhar com a sua própria vontade e desejos pessoais. Assim esta geração se torna omissa e negligente no que deveriam fazer.
O pecado da omissão é um grande mal. Deixar de fazer o bem tem sido um grande mal. As pessoas se escondem em seus desejos e planos e não mais percebem o que deve ser feito. O bem que deve ser feito tem sido negligenciado e desmerecido.
Portanto, há somente um caminho para esta sociedade de coração individualista. Reconhecer a vontade de Deus para sua vida, alegrar-se no Senhor e obedecer à sua vontade. É preciso deixar as desculpas, é preciso deixar o vazio das realizações egoístas e fazer o que deve ser feito, olhando mais para o próximo do que para si mesmo. Faça a sua parte!

Fazer o bem é o que me faz bem.