segunda-feira, 3 de junho de 2019

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Até o fim


Leitura Bíblica: Hebreus 3.13-14

Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (Jo 13.1).

Começamos muitas coisas e abandonamos muitas coisas começadas. Um artigo da Revista Ultimato, falando sobre isso, disse: “Fique até o fim. Não seja inquieto. Nem inconstante. Nem medroso. Não arranje desculpas esfarrapadas. Não fuja. Fique até o fim. Você precisa ouvir tudo. Você precisa ver tudo. Você precisa se expor. Não interrompa a sucessão de frases que você está ouvindo. Não interrompa a sucessão de quadros que você está vendo. Não interrompa a sucessão de portas que estão se abrindo. Fique até o fim. Não mande o pregador embora antes de ele terminar de falar. Não feche o livro antes de terminar de ler. Não se vá antes de ser esclarecido, antes de ser convencido, antes de abrir a última porta. Fique até o fim”. 
É muito bom fazer muitas coisas, começar e concluir algumas tarefas que começamos. Melhor e mais importante ainda é começar nossa carreira cristã e permanecer nela, firmes na fé até o fim. Encontramos em João 13.1 a maravilhosa afirmação de que Jesus amou os seus até o fim. Jesus não desistiu de seu amor por nós. Mesmo tendo que passar pela dor da morte na Cruz, ele seguiu firme em seu propósito. Nós também não devemos desistir de Cristo. A Bíblia traz muitas exortações que dizem que devemos permanecer firmes até o fim. Exortações como a de nosso texto base e a de Mateus 24.12-13 que diz: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo”. 
Assim como Jesus foi fiel até a morte, nós também devemos ser. Não tenhamos medo. “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10). Sejamos firmes, guardando até o fim, a nossa confiança em Deus. Estejamos certos que foi ele quem começou boa obra em nós e vai completá-la (Fp 1.6).

O novo começo é para quem permanece no amor até o fim.

domingo, 2 de junho de 2019

Verdadeira grandeza


Leitura Bíblica: Lucas 17.7-10

E quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo (Mt 20.27). 

Para o mundo, grandeza é muito dinheiro, posição social e poder. Para Deus, grande é o que serve. Roy Hession fala em cinco características de um escravo: “1. Ele deve estar disposto a receber uma tarefa depois da outra sem poupar a si mesmo. 2. Não deve esperar gratidão pelo que faz. 3. Depois de ter feito tudo, não pode dizer que seu senhor é egoísta. 4. Deve reconhecer que, na realidade, é um servo inútil. 5. Deve admitir que, se suportar e fizer com mansidão e humildade tudo o que lhe é ordenado, não terá feito um milímetro além da sua obrigação”. 
Devemos almejar a grandeza, mas a grandeza ensinada por Jesus. Quando a mãe dos filhos de Zebedeu pediu que eles se assentassem um à direita e outro à esquerda de Jesus no céu, ele demonstrou que a grandeza tinha início na humildade e humilhação. Jesus explicou que no reino do mundo os governantes dominam os governados. No reino de Deus quem quer ser o primeiro, deve ser escravo. Jesus dá seu próprio testemunho dizendo: “o Filho do homem,  não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt 20.28).
Muitos querem os primeiros lugares, mas poucos querem ser servos. Conta-se que um dos mais graduados docentes de um seminário bíblico encontrava o banheiro masculino todo alagado depois da higiene matinal dos alunos. Ele limpava pacientemente as pias e se ajoelhava para enxugar o piso. Suas melhores lições não foram transmitidas exclusivamente em sala de aula. Os alunos sentiram-se humilhados e incentivados pelo exemplo do respeitado professor, que limpava o que eles sujavam. Pelo amor, sirvam uns aos outros. Quem não quer servir e confortavelmente gosta de ser servido demonstra egoísmo. Quem é humilde gosta de servir, demostra amor e respeito para com os outros. O egoísta mostra o quanto sua grandeza é pequena. O humilde, através de seu amor, demonstra o quanto é grande. 

Seja grande aos olhos de Deus.

sábado, 1 de junho de 2019

Questionar ou encorajar?


Leitura Bíblica: 2 Samuel 19.5-8

Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz (Ef 4.3).

O preparador físico Nuno Cobra, falando sobre métodos de disciplina que levam a temer a conquista, dá como exemplo uma criança que logo após aprender a andar vai atrás de algum objeto na casa. Ele diz: “Não nos damos conta do esforço que é para essa criança alcançar o objetivo. Primeiro, precisa levantar-se, achar algum apoio, fazer força, encontrar equilíbrio. Depois, necessita caminhar, passar por obstáculos, não cair e alcançar o objeto. Finalmente, quando consegue vencer todas as dificuldades e conquistar aquilo que planejou, quando seu nível de adrenalina está altíssimo pela excitação que isso lhe causa, o pai vê a cena e dá um berro: ‘Não mexa nisso, saia já daí e vá para o castigo’. Pronto, para a mente da criança, que ainda possui poucas informações, lá está a ligação entre a conquista e uma consequência negativa. 
Realmente devemos tomar cuidado com a forma que repreendemos nossos filhos. Paulo diz que não devemos provocar nossos filhos a ira. Mas quando li o que Nuno disse pensei a respeito de como temos maior tendência de questionar do que encorajar. Não digo em relação às crianças apenas. De maneira geral, quando vemos alguém fazendo qualquer coisa, logo observamos os pontos negativos. Muitas vezes criticamos, ressaltando as pequenas falhas de um trabalho. Não percebemos o tamanho do esforço que a pessoa fez para chegar até aquele ponto. Mesmo que ainda imperfeito, foi resultado de muita disciplina e persistência. 
Precisamos encorajar mais nossos filhos, nossos amigos. Aprender a elogiar o trabalho de pessoas que nos prestam serviços. Uma palavra de incentivo enobrece uma conquista. Um questionamento negativo pode desanimar alguém. Quando damos ênfase no que é melhor, de forma discreta e sem ofender estamos também dizendo o que é ruim. No lugar de apontar diretamente as imperfeições, devemos incentivar as pessoas a perseverarem em suas qualidades. 

Encorajar mantém vivo o desejo de produzir. 

sexta-feira, 31 de maio de 2019

VÍCIO VIRTUAL


Leitura Bíblica: Salmo 101.1-4

Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança (Sl 34.14).

O Rev. Hernandes Dias Lopes escreveu um texto com o título: O Drama do Vício Virtual. Ele faz um alerta sobre o perigo da dependência do computador e do celular, que tem escravizado milhões de pessoas. Não se trata apenas de pornografia, que é um mal terrível e tem adoecido a alma de muitos. O vício virtual vai além disto e atinge aqueles que perdem a essência do relacionamento real e pessoal. Pessoas que estão quase todo o tempo se informando, se comunicando e se relacionando por meios virtuais. “Milhões de pessoas vivem prisioneiras do computador e dependentes da internet. Mergulham num mundo fantasioso e perdem todas as conexões com a vida real. Conversam horas a fio com desconhecidos numa sala virtual, mas não conseguem sentar à mesa com a família para tomar uma refeição” (HDL). 
Como todo vício, isso ocorre de forma muito sutil. Poucos querem admitir seu erro. Nem percebem que estão tempo demais nas nuvens. Precisamos colocar nossos pés no chão. Usar a tecnologia com bom senso, filtrar o que vemos, afastar do que não deve nem passar perto de nossos olhos. E, principalmente, limitar o tempo no celular e computador. Nós não fomos criados para uma vida virtual. Devemos sair de casa, conversar com as pessoas. Precisamos levantar a cabeça, olhar ao redor, ver que a tela de nosso celular, por maior que seja, não se compara a amplitude da visão que Deus nos dá. As belezas encontradas na vida real são imensamente melhores do que as notícias virtuais. 
Que a nossa comunicação constante nas nuvens seja só com Deus. Em nossas orações busquemos a paz que precisamos. Deixe o celular mais tempo no bolso. Mas receba e cheque cada uma das notificações de Deus. São dele as informações que não podemos deixar de conhecer. Que o nosso relacionamento com o próximo seja concreto na intensidade de um abraço, na sinceridade de poder olhar nos olhos, no tempo que não tem necessidade de acabar rapidamente. 

Real é melhor que virtual. 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Respeito é bom


Leitura Bíblica: Salmo 133

Adorem o Senhor com temor; exultem com tremor (Sl 2.11).

Um livro muito antigo trazia a seguinte orientação: “A respeito da Casa de Deus parece-me: 1. Que o zelador deve fazer o seu trabalho de tal maneira que seja aceitável a Deus, tanto quanto o pregador. E que os frequentadores devem cooperar em manter asseio na Casa de Deus, deixando de cuspir no chão, etc. 2. Que os crentes, antes de sair de casa, devem amarrar seus cachorros, para que estes não os sigam e entrem na Casa de Deus, lugar muito impróprio para molossos. Eles não podem apreciar o sermão, mas podem perturbar bastante os assistentes que ali se acham para adorar a Deus. 3. Que não só os oficiais, mas todos os membros da igreja sejam os hospedeiros na Casa de Deus. E, como tais, devem tratar com delicadeza as pessoas estranhas, prestando-lhes as gentilezas que a ocasião precisa e por todos os meios possíveis fazer-lhes sentir que são bem-vindos” (Haroldo Cook, em 1978). 
Por mais estranhas e antiquadas que estas palavras nos pareçam, elas nos fazem pensar em como era levado a sério o respeito para com o momento de culto e adoração. Hoje, infelizmente, muitos não respeitam ninguém. Na escola, muitos alunos não respeitam seus professores. No trânsito, as pessoas vivem correndo acima da velocidade, desrespeitando a sinalização e uns aos outros. No trabalho, muitos patrões exploram funcionários e empregados trabalham relaxadamente. E isso se reflete nas igrejas, o que é mais grave ainda. Quando vamos à igreja vamos para um lugar de comunhão com Deus e com os irmãos. Devemos cuidar para que não estejamos distraídos ou distraindo os outros. Não quero aqui fazer uma lista de boas maneiras. Acredito que devemos, com humildade, perceber o que se deve ou não fazer na igreja, antes ou durante o culto. O meu desejo é que aproveitemos o máximo o tão pouco tempo que passamos na igreja. Que nos esforcemos para fazer da Casa de Deus um lugar agradável, em que possamos nos concentrar somente em Deus. Aprender de Deus e adorar a Deus. 

Zelo e respeito é bom e Deus gosta. 

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Adoração comunitária


Leitura Bíblica: Salmo 121

Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia (Hb 10.25).

Uma nova classe de pessoas tem crescido, os chamados desigrejados. São pessoas que acreditam que é desnecessário participar de reuniões da igreja. Mas se tudo o que fazemos, fazemos em grupo, porque não adorar a Deus junto com outras pessoas? A vida não foi feita para a solidão e isolamento. Comemos em casa, mas também participamos de festas e comemos em restaurantes. Nos exercitamos sozinhos, mas também vamos à academia, temos um grupo de corrida. Adoramos a Deus em nossa casa, oramos no quarto e também nos alegramos quando vamos a uma comunidade cristã. O fim principal do homem é glorificar a Deus e alegrar-se nele. Quando nos reunimos com outras pessoas podemos fazer isso de forma conjunta. Expressamos nossa gratidão publicamente. 
Devemos sim participar de uma comunidade cristã. Um lugar em que possamos estudar a Bíblia. Um lugar que tenha um ensino verdadeiro. E que adorar a Deus realmente seja o propósito desta comunidade. A comunhão é muito importante para edificação. Um ajuda o outro, anima o outro, repreende o outro. A comunhão também é muito importante para a adoração. Podemos juntos cantar, orar, somar nossas forças e adorar a Deus de coração sincero e em altas vozes.  
É muito importante nos reunirmos para a adoração. Hebreus diz que não devemos deixar de congregar, de reunir como igreja. Além de participarmos da igreja, devemos fazer isso com responsabilidade. Alguns até frequentam igrejas, mas não com regularidade. É preciso se envolver mais, conhecer, participar e contribuir no que for possível. 
As pessoas estão tão sedentas por felicidade e a buscam muitas vezes em fontes erradas. Somente em Deus temos plena alegria. Que a busca pela felicidade nos leve cada vez mais a buscar a Deus em nosso lar e também na igreja. 

Alegrei-me com os que me disseram: “Vamos à casa do Senhor”!

terça-feira, 28 de maio de 2019

Repetindo a oração


Leitura Bíblica: Mateus 6.9-13

Ouve as súplicas do teu servo e de Israel, o teu povo, quando orarem voltados para este lugar. Ouve desde os céus, lugar da tua habitação, e, quando ouvires, dá-lhes o teu perdão (1Rs 8.30).

Sabemos que a oração dominical foi proferida por Jesus para ensinar seus discípulos a orar. Como esta oração deve ser usada? “A Oração do Senhor não é somente para direcionamento, como modelo segundo o qual devemos orar; mas também pode ser usada como uma oração, contanto que seja feita com entendimento, fé, reverência e outras graças necessárias para o correto cumprimento do dever da oração” (Catecismo Maior de Westminster, p.187). Devemos e podemos orar a própria oração do Pai Nosso. Como foi explicado na pergunta do Catecismo, ela deve ser repetida por nós. Não como mera repetição de palavras, mas com entendimento. Devemos orar a Deus com compromisso de cumprir o que falamos e pedimos na oração. 
Devemos dizer “Pai nosso que estás nos céus” com confiança na bondade da paternidade de Deus. Falando “Santificado Seja o teu nome” declaramos nosso reconhecimento do caráter perfeito de Deus. Ao pedir “Venha o teu reino”, assumimos o compromisso de buscar primeiro o reino de Deus. Pedimos que o domínio do mal seja afastado de nós. Assim confessamos nosso desejo de realizar a vontade de Deus. Que “Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”, que a vontade de Deus seja o centro de nosso desejo. Repetindo a petição “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” pedimos os suprimentos necessários para o nosso sustento diário. Na oração de Jesus também confessamos os nossos pecados dizendo: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores”. Reconhecemos que somos pecadores e que Deus pode conceder perdão. Falamos “Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal”, desejamos a proteção de Deus, que ele nos mantenha vigilantes, nos libertando do pecado de cair em tentação. 

Confie e ore, o mais Deus fará. 

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Como devemos orar?


Leitura Bíblica: Salmo 96.1-7

Vocês, orem assim: “Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome (Mt 6.9).

Acredito que todos nós temos a convicção de que devemos orar. Mas como devemos orar? Esta pergunta é respondida da seguinte forma no Catecismo Maior de Westminster, na questão 185: “Devemos orar com solene apreensão da majestade de Deus e profunda convicção de nossa própria indignidade, necessidades e pecados; com corações penitentes, gratos e francos; com entendimento, fé, sinceridade, fervor, amor e perseverança, esperando nele com humilde submissão à sua vontade”.
Orar com temor, reconhecendo a dignidade e glória de Deus, ao mesmo tempo consciente de nossa indignidade e pecado. Lembrando que perto está o Senhor de todos os que pedem a sua ajuda de forma sincera (Sl 145.18). Devemos orar como Davi: “Ó SENHOR Deus, atende o meu pedido de justiça! Escuta o meu pedido de ajuda. Ouve a oração que faço com sinceridade” (Sl 17.1 - NTLH). Deus não rejeita um coração humilde e arrependido. Deus quer socorrer os seus filhos que passam por necessidade. “Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês… abram a boca, e eu os alimentarei” (Sl 81.10). 
É maravilhoso saber sobre este cuidado de Deus. Somos tão pequenos, mas ocupamos o pensamento de Deus, ele se preocupa conosco. Por isso, como diz Hebreus 10.22: acheguemo-nos perto de Deus com um coração sincero e uma fé firme. Devemos nos aproximar de Deus através da oração com confiança, sempre com humildade e submissão para realizar a sua vontade. 
Para nos guiar na prática da oração temos a Bíblia. Na Bíblia, encontramos um importante modelo de oração. Quando um dos discípulos de Jesus pediu para ensiná-los a orar, ele ensinou a oração conhecida como oração do “Pai Nosso” (Mt 6.9-13; Lc 11.1-2). O Espírito Santo também é o nosso grande companheiro na oração, pois não sabemos orar como convém (Rm 8.26). Ele nos ajuda em nossa fraqueza e intercede por nós de acordo com a vontade de Deus. 

Ore com sinceridade, humildade e confiança.

domingo, 26 de maio de 2019

Atraindo Bênçãos


Leitura Bíblica: Provérbios 3.13-17

Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre (1Cr 16.34).

Uma fábula conta que dois anjos se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, um deles, disse para o outro: - Tive uma ideia. Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fazem? E assim o fizeram. Um dos lavradores, após ter se separado de seu amigo, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e disse: - Por favor, meus passarinhos, não comam toda a minha plantação! Eu preciso que esta lavoura cresça, daí que tiro o meu sustento. Naquele momento, ele viu a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos. Depois, chegou em casa e, ao abrir porta, a tranca caiu sobre sua cabeça. Ele então disse: - De novo, e o pior é que eu não aprendo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa. Naquele exato momento aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão. Minutos depois, ele ouviu seu amigo pedir socorro: - Compadre! Me ajude! Eu estou perdido! Nós nos despedimos e poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando em direção à minha lavoura. Este fato me deixou revoltado e eu gritei: “Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome!” Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! E ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta. Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente: “Esta casa... Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto?” E a casa pegou fogo. Mas o que aconteceu com a sua casa? De onde veio esta mansão?
Pensar e agir para o bem pode produzir muitas coisas boas. Quando em nosso coração mora a gratidão, enxergamos melhor a vida. Se vivemos bravos, chutando portas, podemos machucar o pé. Se andamos em paz, tendo atitudes de amor, tomamos melhores decisões e vivemos melhor. 

Como utilizamos nossas horas e minutos preciosos?