domingo, 23 de setembro de 2018

Sacode a poeira

Salmo 119.129-136

Porque é louvável que, por motivo de sua consciência para com Deus, alguém suporte aflições sofrendo injustamente (1Pe 2.19).

Um fazendeiro que lutava com muitas dificuldades possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz trouxe a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente e avaliou a situação, certificando-se de que o animal não havia se machucado. Mas, diante da dificuldade de retirar o animal do poço e em razão do alto custo da operação, achou que não valia a pena investir no resgate. Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo ali mesmo. E assim foi feito: comandados pelo capataz, os empregados começaram a lançar terra para dentro do buraco, de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo do poço, possibilitando assim que o cavalo fosse subindo. Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar e que, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair.
Têm pessoas que encontram problemas em cada oportunidade, outros conseguem encontrar soluções para cada problema. Deus nos dá sabedoria. Não podemos nos entregar à derrota. Sempre que nos encontrarmos em situações difíceis, devemos buscar a orientação de Deus. Muitas vezes as soluções vêm da forma mais improvável e inesperada. Até mesmo a ação do inimigo que tenta jogar sobre nós todo peso de sua maldade, Deus usa para fortalecer-nos. Não deixe a sujeira acumular, não espere os problemas se multiplicarem. A cada conflito, reaja com a ajuda de Deus. Como diz a canção de Paulo Vanzolini: “Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.

A palavra de Deus é fonte de vida e sabedoria. 

sábado, 22 de setembro de 2018

Quebrantamento pela Palavra

Neemias 9.1-3

Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego (Rm 1.16).

A Bíblia abre nossos olhos para o conhecimento de Deus. Quem estuda a Palavra de Deus tem sua vida transformada. O livro de Neemias traz um exemplo de quebrantamento e exaltação a Deus, um reavivamento produzido pela sua palavra. No capítulo 8 de Neemias, lemos que o povo se reuniu para ouvir a Palavra. A leitura, a explicação da palavra trouxeram choro pelo pecado, transformação e alegria da comunhão com Deus. O capítulo 9 fala que os filhos de Israel se ajuntaram, com jejum e pano de saco, e traziam terra sobre si. Se reuniram novamente em torno da palavra de Deus. “Leram o Livro da Lei do Senhor, do seu Deus, durante três horas, e passaram outras três horas confessando os seus pecados e adorando o Senhor, o seu Deus” (Ne 9.3). 
Eles ouviram a palavra, confessaram seus pecados e passaram por uma grande transformação. O quebrantamento é produzido pela leitura da Palavra de Deus. Quando a Palavra é lida, explicada e aplicada, produz mudança de vida. Quem conhece a Bíblia conhece a Deus, quem conhece a Deus abandona seus pecados e glorifica a Deus. Só um povo que se levanta do quebrantamento pode exaltar a Deus de modo digno.  
“O povo caminhou da festa (8.13-18) para o jejum (9.1-3). Esse é um símbolo de contrição, arrependimento e profundo quebrantamento. O povo reconheceu o seu pecado. Reavivamento começa com choro, humilhação e quebrantamento diante de Deus (2Cr 7.14). Confissão é o maior sinal do arrependimento (Pv 28.13). Não podemos adorar o Rei da glória antes de contemplarmos a triste realidade do nosso pecado. Qual foi a última vez que você jejuou para se quebrantar diante de Deus? Qual foi a última vez que você jejuou por causa dos pecados do povo de Deus?” (Hernandes DL). Voltemos ao evangelho, do estudo da Palavra para o quebrantamento.  

Quem esconde os seus pecados não prospera.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Quebra-molas

Provérbios 14.29-33

O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão (Pv 15.18).

Quebra-molas, também conhecido como lombada, é um obstáculo construído nas ruas ligando, normalmente, uma calçada à outra com a finalidade de reduzir a velocidade dos veículos que por ela transitam. Assim, nos trechos com lombadas, os motoristas são obrigados a reduzir a velocidade. Dependendo de como nos aproximamos e lidamos com a lombada, podemos ter uma experiência desagradável, desconfortável e até mesmo danosa. Se você pisar no acelerador e se agarrar ao volante, vai atingir o quebra-molas com uma trombada. Seu carro e até você podem se machucar. Ou você pode fazer simplesmente uma desaceleração temporária e passar suavemente pela lombada. E mais nada. “Os problemas podem ser encarados sob um ponto de vista semelhante: podemos ficar irritados com eles, reclamar com outras pessoas e aumentar a questão. Se você pensa nos problemas como um quebra-molas, eles passam a ser muito diferentes. Ao perceber a questão, você desacelera, amortece o choque, fazendo com que o problema seja menos significativo. Então, calmamente, você toma a decisão que tenha maior probabilidade de fazer com que você passe pelo obstáculo de uma maneira mais eficiente e suave” (Alexandre Rangel). 
Muitas vezes agimos precipitadamente, acelerando no momento que deveríamos pisar no freio. Em alguns momentos é preciso ter mais paciência. Analisar melhor a situação, sem entrar em pânico, sem potencializar o poder das lombadas. Também não podemos ficar parados com medo dos problemas, temos que seguir na velocidade certa. Quem fica parado no quebra-molas pode ser assaltado ou alguém pode bater em seu carro. Sejamos sábios, através da orientação de Deus encontraremos a solução para cada momento da vida. 
Lembrando sempre que assim como os quebra-molas, alguns problemas fazem parte de nossa vida para não andarmos rápidos demais, seguros demais, desrespeitando as leis que sempre devem ser seguidas. 

Cuidado! Reduza a velocidade.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Parabéns, Itapeva

Salmo 33.1-11

Procurai a paz da cidade... e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz (Jr 29.7).

O dia 20 de setembro de 1769 foi o dia da fundação da Cidade de Itapeva - SP. Esta data é uma data importante para a nossa reflexão sobre o que nossa cidade representa para nós. Se você não mora em Itapeva, esta data pode também ser importante para você refletir sobre a sua relação com sua cidade. 
Devemos lembrar que, como cidadãos, precisamos ser mais participantes, solidários, presentes, reivindicadores e atuantes, seguindo o próprio modelo de Cristo. Uma cidade será boa quando as pessoas que nela moram lutam por seu crescimento. Sejamos confiantes e trabalhadores. “Trabalhem para o bem da cidade para onde eu os mandei... Orem a mim, pedindo em favor dela, pois, se ela estiver bem, vocês também estarão” (NTLH Jr 29.7).
Para colher é preciso semear e os frutos crescem de acordo com aquilo que semeamos. Por isso, precisamos plantar em nossa cidade a melhor semente que é a palavra de Deus. Esta semente, uma vez plantada produz seu fruto que é o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio. 
Moramos em uma cidade que devemos amar e servir, levando alegria para a comunidade. A nossa cidade é o maior campo missionário que conhecemos. Nela vivemos e devemos lembrar da necessidade de evangelizá-la. Testemunhar a nossa fé, tendo sempre muito cuidado em ter uma conduta digna. 
Parabéns, Itapeva e itapevenses por mais um aniversário! Que Deus nos abençoe e guarde a nossa cidade. Oremos pela nossa cidade, pelas autoridades, por cada morador. Que o Senhor seja adorado. Como feliz é a nação que tem o Senhor como Deus, seja feliz a nossa cidade. Que mais pessoas se levantem a cada dia como verdadeiros adoradores. Os planos e propósitos de Deus não serão frustrados. Que Deus nos use no trabalho que ele quer realizar em nossa cidade. Estejamos certos de que os planos de Deus não podem ser frustrados. 

Que a nossa cidade seja iluminada por Jesus. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

O retorno

Oséias 14.1-11

Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade (Hb 4.16). 

O pecado é o grande mal da humanidade. Graves são as consequências de sua prática. Deus não deixa impune o pecador. Mas o objetivo principal de Deus em denunciar o pecado não é a condenação e sim a reconciliação. É vontade de Deus que o pecador se arrependa. O caminho do retorno à comunhão com Deus está aberto. “Volte, ó Israel, para o Senhor, o seu Deus” (Os 14.1). 
O profeta Oséias conclama o povo ao arrependimento, a buscar a Deus, a se humilhar na presença do Senhor e se converter de seus maus caminhos. Ele apresenta ao povo as promessas de Deus aos que buscarem a restauração. 
Primeira promessa: Cura espiritual. “Eu curarei a infidelidade” (Os 14.4a). Deus dá um novo coração. “Esta cura se dá pelo amor de Deus derramado em nosso coração. Sua demonstração na pessoa de Jesus transforma nossa maneira de ver a nós mesmos e ao mundo e nos leva a detestar tudo o que nos afasta de Deus” (Dario Cardoso). 
Segunda promessa: Vitalidade. “Serei para Israel como orvalho” (Os 14.5a). Em uma nova vida de comunhão com Deus, somos transformados. A comparação é com uma árvore que floresce, que tem raízes profundas e cresce saudável. Teremos uma vida que exala perfume e beleza, uma transformação radical. Salmos 92.13 afirma: “Plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus”. Antes o povo representava vergonha, agora tem honra resplandecente. 
Terceira promessa: Comunhão com Deus. “Eu te ouvirei” (Os 14.8b). Teremos uma vida na presença de Deus, uma vida sob os cuidados de Deus: “Eu te ouvirei e cuidarei de ti”. Grande é o amor de Deus em permitir esta comunhão. Mesmo depois de nossa rebeldia em pecar, mesmo não sendo nós merecedores de seu perdão, temos em Cristo comunhão com o Pai. 
Reconcilie-se com Deus. Em Deus temos alegria plena. Ele restaura nosso ser e nos dá vida eterna. 

Retorne aos caminhos de Deus. 



terça-feira, 18 de setembro de 2018

Religiosos

2Timóteo 3.5-9

Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores (Mt 7.15).

Algumas pessoas podem ser levadas a pensar que a maldade está no mundo, fora da igreja, que pessoas más não podem ao mesmo tempo ser religiosos. Infelizmente, a história tem demonstrado o contrário. Tanto nos relatos bíblicos como em manchetes dos jornais atuais encontramos histórias de muitas pessoas que estão envolvidas com a religiosidade e ao mesmo tempo praticando muita maldade. Jesus repreendeu os fariseus: “limpais o exterior do copo e do prato, mas estes por dentro estão cheios de rapina e intemperanças” (Mt 23.25). Eles eram corretos em suas práticas cerimoniais, mas não tinham pureza em sua vida.  
Paulo descreve este tipo de homens dizendo: “tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também” (2Tm 3.5). Muitos têm esta aparência de piedade.  Participam da igreja frequentemente, cantam hinos e cânticos, dão ofertas. Mas negam “o poder”. Negam no coração, na moral, na sua essência, que deve ser espiritual.  
É preciso ficar alerta. É fácil ir pelo caminho do envolvimento religioso sem compromisso com Deus. Sempre devemos entender que a verdadeira religião combina forma e poder. Sabiamente John Stott explicou este versículo dizendo: “Não se trata de uma forma externa, sem poder; nem, por outro lado, o poder moral é enfatizado a ponto de desprezar ou dispensar formas externas corretas. A verdadeira religião promove uma adoração que é essencialmente “espiritual”, que nasce do coração, mas que se expressa em cultos públicos na comunidade, com consequências no comportamento moral”. 
A parte final do versículo diz: “Afaste-se desses”. Timóteo deveria permanecer no mundo, pregar a verdade e resistir os falsos religiosos. Devemos manter distância destas pessoas. Não praticar sua falsa religiosidade. Não compactuar com seus falsos cultos. 

Cuidado com os falsos, cuidado para não se tornar um falso. 








segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Quem rejeita o profeta

Amós 7.12-15

Se o meu povo apenas me ouvisse, se Israel seguisse os meus caminhos (Sl 81.13).

O significado do nome Amós, segundo comentaristas, é “aquele que carrega fardos”. Nome que se encaixa muito bem com seu ministério. Amós teve que carregar muitos fardos, levar notícias de calamidade ao povo de Israel. Amós era um homem simples, pastor de ovelhas no deserto. Não era um homem rico, vivia nas montanhas de Tecoa. Ele foi chamado para falar a um povo rico que vivia uma religiosidade vazia. Um povo preocupado com seus luxos e prazeres. E que explorava o quanto podiam as pessoas humildes. 
Pensando nesta diferença entre o profeta e o povo que ouvia a mensagem e também no conteúdo da mensagem, podemos imaginar que Amós sofreu muitas perseguições em seu trabalho. Veja o que disse Amazias: “Vá embora, vidente! Vá profetizar em Judá; vá ganhar lá o seu pão. Não profetize mais em Betel, porque este é o santuário do rei e o templo do reino” (Am 7.12b-13). 
No poema do Rev. Hélio de Oliveira Silva é possível imaginar o que deve ter acontecido: “Lá vem o tosco, eles dizem, com suas palavras deselegantes. Com seu jeito roceiro de ser. Vestindo roupas simples, que não gostamos. Falando de coisas que não queremos para nós. Por que você não vai embora? Lá vem o homem do interior, eles comentam. Tentando nos convencer com suas palavras apressadas, com seus gestos que nos assustam, colocando prumo em nossas ações. Por que você não volta? Vá profetizar em outro lugar!” 
A resposta que Amós dá a palavra de Amazias e a seus acusadores é simples. Ele disse que não estava ali por profissão ou porque queria. “O Senhor me tirou do serviço junto ao rebanho e me disse: Vá, profetiza a Israel, o meu povo” (Am 7.15). Ai daqueles que não querem ouvir a palavra que Deus profere, seja através de um pastor, professor ou na leitura da Bíblia. “Quem rejeita o profeta que Deus envia rejeita a Palavra do Senhor. Quando rugir o leão, quem não estremecerá?” (Hélio O. Silva).

Para quem ouve o Senhor, grandes são as suas promessas de paz. 

“Eu sustentaria Israel com o melhor trigo, e com o mel da rocha eu o satisfaria” (Sl 81.16).

domingo, 16 de setembro de 2018

Refletindo a paz

Provérbios 12.18-21

Alegrem-se no Senhor e exultem, vocês que são justos! Cantem de alegria, todos vocês que são retos de coração! (Sl 32.11).

Tempos atrás, em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecido como a Casa dos Mil Espelhos. Um pequeno e feliz cãozinho soube da existência desse lugar e decidiu visitá-lo. Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a porta da casa. Olhou através da grande porta envidraçada de entrada com as orelhas bem levantadas e o rabinho balançando tão rapidamente quanto podia. Para sua grande surpresa, deparou com outros mil pequenos e felizes cãezinhos, todos com os rabinhos balançando tão rapidamente quanto o dele. Abriu um enorme sorriso e foi correspondido com mil enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou: “Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre aqui, um montão de vezes”. Nesse mesmo vilarejo, outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, também decidiu um dia visitar a Casa dos Mil Espelhos. Escalou lentamente suas escadarias e olhou através da grande porta envidraçada. Quando viu mil outros cãezinhos de olhares hostis olhando fixamente para ele, rosnou e mostrou os dentes. E logo ficou horrorizado ao ver os mil cãezinhos também rosnando e mostrando os dentes para ele. Quando saiu, ele pensou: “Que lugar horrível! Nunca mais volto aqui”. 
Você vê o que você reflete. Como vivemos e nos relacionamos com as pessoas? Às vezes notamos que alguém não nos tratou bem, ou sentimos que alguma coisa não aconteceu como esperávamos. Só não paramos para pensar que o erro pode estar em nós mesmos. Podemos ser “maltratados”, porque não estamos sendo simpáticos com alguém ou até mesmo por não tratar bem esta pessoa. Um lugar também pode não ser muito agradável, simplesmente porque nós é que estamos mal humorados.
Viver é uma grande bênção. É preciso reconhecer isso, andar com alegria, amar nosso próximo sempre fazendo o bem às pessoas que encontramos. Ver o que é bom em cada momento, cada lugar, em cada coisa. 


Quem promove a paz, vive em paz. 

sábado, 15 de setembro de 2018

Hábito de reclamar

Deuteronômio 14.27-30

Façam tudo sem queixas nem discussões (Fp 2.14).

Pensamos em coisas boas e também em problemas. Agradecemos, nos alegramos, mas também reclamamos. Se não tomarmos cuidado, de tanto reclamar fazemos da murmuração um hábito. O hábito que muitas pessoas infelizmente têm. Sem perceber reclamam de tudo. 
E quanto mais reclamam, mais motivos encontram para reclamar. Quanto mais olhamos para os problemas e remoemos as dificuldades em nosso pensamento, mais amargurados nos tornamos. Esta situação se agrava quando convivemos com pessoas que também são assim. Passamos a reclamar em grupo, em uma competição doentia para ver quem reclama mais. 
Stephanie Gomes disse: “Perca a mania de conversar sobre reclamações, lamentações e insatisfações – é claro que de vez em quando tudo o que precisamos é de desabafar, e isso pode ser uma excelente ferramenta de limpeza mental. Mas se você é o tipo de pessoa que está sempre falando sobre aquilo que está ruim, talvez isso já tenha se tornado uma mania e você nem percebeu. Tem tanto assunto bom para conversar! Que tal falar mais sobre suas ideias, projetos, coisas interessantes que aprendeu, viagens que fez ou quer fazer, planos, boas novidades, hobbies, desafios?”
Precisamos analisar nossa vida. Se estamos andando pelo caminho da murmuração devemos retornar ou mudar de direção. Somente o hábito da gratidão pode nos livrar do hábito da reclamação. Esta conversão muda nossa maneira de enxergar o mundo, muda a nossa maneira de viver. No lugar de maldizer, bendizemos. No lugar de reclamar dos problemas, devemos clamar a Deus por eles. Quando oramos, somos abençoados com a paz de Deus que nos capacita a esperar. “De manhã ouves, Senhor, o meu clamor; de manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperança” (Sl 5.3). Como diz a letra de um hino: “Oh! Que paz perdemos sempre, Oh! Que dor no coração. Só porque nós não levamos tudo a Deus em oração!” Abandonemos o hábito de reclamar.  

Muito melhor do que palavras malditas são as benditas.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Reação às adversidades

Salmo 9.7-11

Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo (Sl 27.5).

É fato que várias pessoas passando pela mesma adversidade reagem diferente. Uma ilustração conta que certa vez a filha de um cozinheiro estava se queixando de como as coisas estavam difíceis para ela. O pai levou a filha até a cozinha, encheu três panelas com água e colocou para ferver. Numa panela ele colocou cenouras, em outra, colocou ovos e, na última, pó de café. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou o fogo. Pegou as cenouras e colocou numa tigela. Retirou os ovos e colocou em outra tigela. Então, pegou o café com uma concha e colocou numa xícara. Ele pediu que a filha experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Depois, ele pediu que a filha pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, ao retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele pediu que ela tomasse um gole do café. Ela provou do café e achou saboroso. E o cozinheiro explicou: - Cada um deles enfrentou a mesma adversidade: água fervendo. Mas a forma como cada um reagiu foi diferente. A cenoura entrou forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amoleceu e se tornou frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina protegia o líquido interior. Mas, depois de terem sido fervidos, seu conteúdo se tornou mais duro. O pó de café, contudo, é incomparável. Depois que foi colocado na água fervente, mudou a água. Em nossa vida, sempre estamos passando por adversidades. Como você responde quando está num ambiente adverso? 
Precisamos aprender a nos adaptar às circunstâncias, para que, no lugar de sermos atingidos por elas, possamos enfrentá-las seguindo adiante. Mas, independente dos problemas, tenhamos confiança. Deus sempre indicará o melhor caminho a seguir. Fortalecidos no Senhor sempre estaremos em segurança. 

O Senhor jamais abandona os que o buscam.