sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Adoração e gratidão

Gênesis 8.20-22

Enquanto durar a terra, plantio e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite jamais cessarão (Gn 8.22).

É promessa de Deus que as leis da natureza, que Ele estabeleceu, permanecerão para sempre. 
Existe uma fábula interessante sobre o dia em que a luz do sol não brilhou: Ás 7 horas da manhã daquele dia ainda estava escuro. Às 8 horas, nenhum sinal havia no horizonte. Por volta de 10 horas, nada ainda de claridade; então as escolas mandaram os alunos para casa. Ao meio-dia estava ainda tão escuro como à meia-noite. Os compromissos foram cancelados. Às quatro horas da tarde as igrejas estavam lotadas. As pessoas pediam a Deus que a luz do sol brilhasse. Muitos choravam. Veio a noite e à meia noite, ninguém foi para a cama. Todos ficaram vigiando, vigiando... Então às primeiras horas da manhã começaram a surgir. Os corações batiam fortes. Havia uma pequena claridade rosada. Surgiu uma pontinha de luz. Ouviam-se gritos em todas as ruas e casas. Ouviam-se risadas. Pessoas que não se conheciam se abraçavam. Muitos choravam de alegria e davam graças a Deus. 
A ausência da luz natural por apenas um dia levou aquelas pessoas à angústia e ao desespero. O retorno da claridade habitual despertou a gratidão de todos. 
Realmente a constância das bênçãos de Deus nos torna relapsos ao agradecer. Mas quando deparamos com perdas é que nos lembramos de recorrer à fonte de toda graça. 
O primeiro ato de Noé depois de sair da arca foi adorar a Deus. O holocausto significava dedicação a Deus e propiciação pelo pecado. O relato de que Deus sentiu o aroma agradável retrata o prazer de Deus na adoração do Seu povo. O holocausto de Noé acalmou a indignação de Deus contra o pecado (Gn.6:6). Deus faz uma aliança com Noé e promete nunca mais enviar um dilúvio, apesar da presença contínua do pecado humano merecer julgamento. 
É essencial o reconhecimento do sustento de Deus nas pequenas coisas. É preciso em todo tempo adorar a Deus e ser agradecido.

Adoração e gratidão é essencial.


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A grandeza do criador

Salmo 148

Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondável (Sl 145:3).

Será que podemos realmente conhecer a Deus? Como conhecer o criador de todas as coisas? Deus é espírito. Como conhecer quem não podemos ver?  “Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!” Rm 11.33
O fato de reconhecer a grandiosidade de Deus é uma forma de conhecimento de Deus. A primeira coisa que é preciso saber sobre Deus é que ele é o único Deus. Embora muitos “deuses” tentem tomar o lugar de Deus não existe outro Deus que se compare ao Senhor. I Coríntios 8.5-6 explica bem isso dizendo: “Pois, mesmo que haja os chamados deuses, quer no céu, quer na terra (como de fato há muitos “deuses” e muitos “senhores”), para nós, porém, há um único Deus, o Pai, de quem vêm todas as coisas e para quem vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, por meio de quem vieram todas as coisas e por meio de quem vivemos”
Mesmo não podendo conhecer Deus totalmente, podemos conhecê-lo conforme ele se revela para nós. Sei quem é Deus por intermédio da Bíblia, a Palavra de Deus. Conheço Deus pela revelação contida nas Sagradas Escrituras. Conheço Deus contemplando a sua criação. Os céus manifestam a glória de Deus. Conheço Deus em Jesus, suas palavras, obras e milagres. João 1.18 diz: “Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus Unigênito, que está junto do Pai, o tornou conhecido”. 
Este conhecimento é progressivo. Conhecimento que vem pela comunhão do Espírito Santo que habita em nossos corações, conhecimento através da intimidade obtida na oração. Podemos conhecer a Deus se o buscarmos realmente desejando sua presença. Se o buscarmos de todo nosso coração iremos encontrá-lo.
Que privilégio! Que a nossa vida seja uma caminhada constante em busca do conhecimento de Deus e sua vontade. E sempre louvemos e exaltemos o nome do Senhor Deus, que acima da terra e do céu está sua majestade. 

Toda honra, glória, elogio e admiração sejam dadas a Deus.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Com graça

Hebreus 12.14-17

Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Gl 2.20a

Graça é um favor imerecido de Deus que todos nós precisamos muito. Mas não é tão fácil compreender a graça de Deus. Talvez por isso nos afastamos perigosamente dela. Nos excluímos da graça. Hebreus 12:15a faz este alerta: “Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus”. Quando ficamos sem graça; ficamos sem paz, sem santificação e sem a presença de Deus.
Vivendo na graça, temos paz com todos. Somente quem tem a graça de Deus na memória pode perdoar o próximo, pode perdoar a si mesmo, pode prosseguir em paz. Quando olhamos para o perdão de Deus em nossa vida, vemos a graça de Deus maior que o nosso pecar. Essa paz nos faz olhar para os outros com o amor que somos amados. Quem foi atingido pela graça transborda graça. Tome cuidado! Não se afaste desta maravilhosa graça. Quem se afasta da graça se torna como uma planta amarga que cresce e prejudica muita gente com o seu veneno.  
Vivendo na graça somos santificados. Ser santo, sem olhar para a graça, é ser hipócrita. Buscar a santificação sem a graça de Deus é confiar no homem. Acreditar na autoajuda sem a ajuda de Deus. A santificação é um olhar constante para a graça. Deus nos fortalece e nos capacita a caminhar em santificação. A graça é o poder de Deus transformando homens embrutecidos e maliciosos em seus instrumentos. A graça é possibilidade de santificação. Quem foi atingido pela graça tem sua vida transformada. Tome cuidado, não se afaste desta maravilhosa graça, pois quem se afasta dela se torna imoral, perde o respeito pelas coisas sagradas, como Esaú. 
Vivendo na graça estamos perto de Deus. Pela graça, Deus está presente. Podemos nos aproximar mais de Deus quando nos aproximamos da sua graça. A graça faz de Deus uma realidade. O desaparecimento de Deus ocorre para aqueles que se afastam da sua graça. A proximidade de Deus que a graça possibilita é tamanha que podemos dizer: não sou eu quem vivo, Cristo vive em mim. 


Que doce troca fez Jesus ao se entregar por nós na cruz. Viva com graça.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Glórias, não a nós

I Crônicas 29.12-14
Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um (Rm 12.3).
Uma frase resumia o trabalho de um funcionário de um museu: Guie as pessoas até as obras, responda as suas perguntas e saia do caminho. Ele começou bem seu trabalho, mas com o tempo, ficava na frente das obras por muito tempo, falava demais e até agradecia, como se ele fosse o próprio autor das obras. Até o dia em que o seu superior interveio dizendo: Este trabalho não é sobre você. Não encubra as obras de arte. 
Devemos sempre lembrar que somos apenas mensageiros de Deus. Servos de Deus. Tudo o que fazemos é em nome de Deus e com a capacitação dada por ele a nós. 
Muitos trabalhadores na obra de Deus começam bem. Com humildade ajudam as pessoas as guiando até a igreja. Falam de Cristo aos outros exaltando o Seu poder. Mas, com o tempo, vão se esquecendo que a obra é de Deus e passam a confiar em si mesmos. Estão mais preocupados em receber elogios e não serem criticados do que se Deus realmente está sendo glorificado. Nunca devemos perder de vista que o fato de participarmos da obra de Deus não nos dá o direito de pensar que somos algo mais do que simples servos Dele. 
Da mesma forma que um pincel não é elogiado por ter pintado um lindo quadro, um holofote não é exaltado por mostrar a beleza de um grande prédio, todo elogio e exaltação cabe a Deus e não a nós. Por mais que alguém faça boas coisas não faz nada mais do que devolver o que recebeu das mãos de Deus. 
Que o nosso coração se mantenha sempre fiel a Deus. Que os nossos lábios sempre profiram a Ele todo louvor. Que a nossa vida sempre testemunhe o amor que temos para com o nosso Senhor. Que seja nosso prazer o absoluto domínio de Deus sobre nós.


Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Fraterno

Ageu 1.3-8     

Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: “Há maior felicidade em dar do que em receber” (At 20.35).

Dois irmãos tinham um sonho: queriam dedicar-se à pintura, mas não tinham dinheiro para estudar na Academia de Artes. Então eles chegaram a um acordo. Lançariam a sorte. O perdedor trabalharia nas minas de carvão para sustentar o outro em seus estudos. O ganhador, após concluir seus estudos, pagaria com a venda de suas obras de arte o estudo do outro que ficou. Lançaram a sorte, e o irmão de nome Albretch ganhou e foi estudar em Nuremberg. O outro irmão Albert foi para o perigoso trabalho das minas de carvão para pagar os estudos de seu irmão. Albretch logo chamou a atenção na Academia. Seus traços, suas gravuras, sua pintura era de uma qualidade inegável. E quando se formou, logo passou a ganhar consideráveis somas de valor com a venda de seus quadros. Quando retornou, dirigiu-se a seu irmão dizendo: “Agora, meu irmão, chegou a tua vez”. O irmão disse: “Meu irmão, para mim já é tarde. Não poderei trabalhar com delicadas linhas, minhas mãos estão disformes pelo trabalho pesado nas minas de carvão. Mas fico feliz por ter te ajudado a realizar o teu sonho”. Para homenagear seu irmão, ele desenhou as mãos maltratadas pelas minas de carvão, unidas, em atitude de oração. Uma das telas mais conhecidas no que tange a piedade e devoção.
Esta história é hoje ainda mais emocionante comparada ao tempo de egoísmo em que vivemos. Egoísmo, como disse Aristóteles, não é o amor por nós próprios, mas uma desvairada paixão por nós próprios. Quando a preocupação está voltada tão somente para as coisas pessoais, o conforto, o luxo, a ostentação, o sossego.
A história destes dois irmãos nos sensibiliza a pensar mais em nosso próximo, a doar mais, a entender que o lucro nem sempre é buscar a felicidade pessoal, mas poder fazer alguém sorrir. 


O egoísmo destrói, o amor constrói.

domingo, 25 de setembro de 2016

Tenha foco

Filipenses 3.12-14

A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra (Pv 17.24).

Raman era um verdadeiro mestre na arte do arco e flecha. Certa manhã, ele convidou seu discípulo mais querido para assistir a uma demonstração do seu talento. Foram para um bosque. Ao chegarem diante de um belo carvalho, Raman pegou uma das flores que trazia em seu colar e a colocou um dos ramos da árvore. Em seguida, abriu seu alforje, e retirou três objetos: seu magnífico arco de madeira preciosa, uma flecha e um lenço branco. Ele posicionou-se a uma distância de cem passos do local onde havia colocado a flor. De frente para o seu alvo, pediu que seu discípulo o vendasse com o lenço bordado. “Quantas vezes você já me viu praticar o nobre e antigo esporte do arco e flecha?” – perguntou. “Todos os dias”, respondeu o discípulo. “E sempre o vi acertar na rosa, a uma distância de trezentos passos”. Com seus olhos cobertos pelo lenço, Raman firmou os seus pés na terra, distendeu o arco com toda a sua energia – apontando na direção da rosa colocada num dos ramos do carvalho – e disparou.
A flecha cortou o ar, provocando um ruído agudo, mas nem sequer atingiu a árvore, errando o alvo por uma distância constrangedora.
“Acertei? “disse Raman, retirando o lenço que cobria seus olhos.
“O senhor errou – e por uma grande margem” respondeu o discípulo. “Achei que ia mostrar-me o poder do pensamento, e sua capacidade de fazer mágicas.” 
“Eu lhe dei a lição mais importante”, respondeu Raman. “Quando desejar uma coisa, concentre-se apenas nela: ninguém jamais será capaz de atingir um alvo que não consegue ver.”
É preciso prosseguir em direção ao alvo que é mais importante. Quem não sabe o que quer, não enxerga seu alvo, não chega a lugar nenhum. Sábio é aquele que tem um propósito firme, um alvo definido: servir a Deus e seguir os passos de Jesus. 
Que Deus nos torne dignos da sua vocação e cumpra o seu propósito em nossas vidas. 


Nosso foco deve ser sempre a glória de Deus. 

sábado, 24 de setembro de 2016

Filhos salvos

Isaías 44.1-6

Não tenho alegria maior do que ouvir que meus filhos estão andando na verdade (3 Jo 1.4).

Você e sua família são chamados pela graça de Deus. O mesmo Deus que te formou no ventre materno, chama você e seus filhos para a sua salvação. Deus promete derramar sobre nós suas bênçãos. Você já parou para pensar neste maravilhoso plano de Deus para você e sua família? 
Alguns acreditam que pertencem ao Senhor, mas tem medo de que seus filhos estejam fora desta graça. É para estes que o Senhor diz: Não tenham medo, derramarei o meu Espírito sobre a sua prole, e minha bênção sobre seus descendentes. 
É interessante notar que a salvação é pessoal, mas Deus não nos trata apenas como indivíduo. Ele vê nossa família na dimensão pactual. Sua bênção é sobre nós e nossos filhos. É importante que os pais se apeguem a esta promessa pela fé, e procurem no Senhor as bênçãos que ela traz para seus filhos. Nossa aliança com Deus vai refletir na vida de nossos filhos. 
No lugar do medo devemos colocar a fé. Creiam em Jesus, e serão salvos, você e sua família. Esta foi e é a promessa de Deus. Portanto é preciso crer em Deus e buscar comunhão com Ele. 
No lugar da preocupação, devemos agir sendo exemplo para os nossos filhos. Ensinando o caminho de Deus no qual devem andar.  
Aos olhos de Deus, os pais são responsáveis pelos seus filhos. Eles agem em nome deles, têm autoridade sobre eles. Da mesma forma que levam os seus filhos com eles para onde vão, os pais, quando se aproximam de Deus, devem levar seus filhos com eles. 
No lugar do medo devemos assumir nossa responsabilidade de pais e falar aos nossos filhos sobre o pacto que fizemos com Deus dando a eles também a oportunidade de ouvir o Seu chamado e no tempo certo assumir um compromisso com Deus, sabendo que Ele é o único Senhor. 
No lugar da preocupação, precisamos orar mais pelos nossos filhos e esperar com fé e paciência o agir de Deus em suas vidas. Aguardar o dia em que veremos com alegria nossos filhos andando na verdade. 

Senhor, desejo que meus filhos sejam teus filhos também.

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