quinta-feira, 12 de junho de 2014

Thor um deus

2 Coríntios 4.3-6 

O Senhor é a minha força e a minha canção; ele é a minha salvação! Ele é o meu Deus e eu o louvarei, é o Deus de meu pai, e eu o exaltarei! (Ex 15.1) 

Bonifácio foi um missionário que evangelizou os Vikings. Chegando na cidade de Fritzlar na Alemanha, se deparou com um problema. Existia uma grande árvore, um carvalho que para eles era o deus trovão. O carvalho de Thor, o deus trovão. Para aquele povo, o deus trovão protegia aquela árvore mística. Aquele era um lugar de peregrinação onde as pessoas iam para ser abençoadas. Bonifácio vendo aquela idolatria fez um desafio para eles.
Disse que iria cortar a árvore e se o deus trovão fosse um deus vivo e verdadeiro ele o impediria e o mataria. Ele então cortou aquela árvore e nada aconteceu. Assim aquelas pessoas foram tocadas por Deus e passaram a ouvir o evangelho pregado por Bonifácio. Depois, usando o tronco daquela árvore, cortou as madeiras e fez a primeira igreja entre os Vikings da história. 
Nosso coração pode ser uma fábrica de deuses que tomam o lugar do único Deus vivo e verdadeiro. Nosso texto base afirma que o deus deste mundo conserva a mente de muitos na escuridão. Não os deixa ver a luz de Cristo que brilha sobre eles. Nesta história linda de Bonifácio vemos que Deus usou a coragem daquele homem cortando o carvalho e assim tirando a trave que impedia aqueles pessoas de enxergar a verdade. Aquele carvalho era uma sombra que escondia a luz. 
Precisamos cortar tudo o que tem cegado o nosso conhecimento de Deus e de sua verdade. 
Assim, da escuridão, vai brilhar a luz em nosso coração. Não há deus maior que possa por muito tempo deter o verdadeiro Deus. Graças a Deus, pois Ele nos traz a luz do conhecimento da sua glória, ele é a nossa salvação. Seu brilho ofusca qualquer ídolo que carregamos no coração. Ele os corta. Deus transforma nossas habilidades que antes eram usadas para a maldade em dons para o seu serviço. 


Cada um anda em nome dos seus deuses, mas nós andaremos em nome do Senhor, o nosso Deus, para todo o sempre.

Rev. Hebert dos Santos Gonçalves