sábado, 12 de julho de 2014

Generosidade

2 Coríntios 9.6-15

O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade (Ef 4.28).

No encerramento de uma conferência sobre avivamento, um homem de 40 anos veio cumprimentar o preletor e colocou um envelope em seu bolso dizendo baixinho em seu ouvido: Tenho orado por isso. O preletor continuou a cumprimentar as outras pessoas, depois foi para um jantar com vários convidados e esqueceu do envelope. Chegando em casa, quando foi trocar sua roupa, começou a esvaziar os bolsos e viu o envelope, dentro encontrou um cheque de 12 mil reais.
Sem hesitar, pegou o cheque e o deu para um homem que havia conhecido. Ele tinha dez filhos e morava num depósito de lixo. Já tinha perdido três filhos porque literalmente comiam do lixo e bebiam água contaminada. Esse homem pôde cuidar de sua família e ainda ajudou seus vizinhos.
Que reação você teria se o mesmo lhe acontecesse? É claro que se você ganhasse algum dinheiro de presente não seria obrigado a doar aos pobres. Também não seria nenhum pecado aquele pastor ficar com o dinheiro. Mas, vendo esta história, podemos refletir que na maioria das vezes estamos tão ocupados com nossos desejos e vontades, que dificilmente pensaríamos em ajudar algum necessitado.
Se refletirmos seriamente, veremos que a vontade de Deus é que pensemos em nosso próximo e não apenas em nós.
E para ajudar ao próximo não é preciso esperar que alguém coloque um cheque de grande valor em nosso bolso. Quanto do dinheiro que recebemos de nosso salário separamos para ajudar a alguém necessitado? Diariamente estamos comprando coisas,  quanto estamos doando destas coisas aos necessitados? Claramente é o que diz Efésios 4.28. Devemos ser honestos, trabalhadores podendo assim obter sustento para nossa família e para ter o que repartir com quem estiver em necessidade.
Nosso compromisso deve ser maior do que sonhar com a própria vontade e realizar desejos pessoais.


Deixar de fazer o bem ao próximo tem sido um grande mal.

Rev. Hebert dos Santos Gonçalves