terça-feira, 28 de junho de 2016

2 Filhos

Mateus 21.28-30

Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos (Tg 1.22).

Jesus conta uma parábola sobre um pai que pede a dois filhos para trabalhar na vinha, que era a fonte de recursos da família. O primeiro filho de forma educada, dirigiu-se ao pai e disse: “Sim, senhor”. Entretanto, não foi. Prometeu ao pai um dia todo de trabalho e não cumpriu. O segundo filho, sem se preocupar em se mostrar cortês para com o pai, respondeu apenas: “Não quero”.  Ele errou, agindo desrespeitosamente, mas depois, arrependido foi. 
Jesus colocou para os que o ouviam a questão: “Qual dos dois fez a vontade do pai?”.  Eles responderam: o filho que o primeiro se recusou, mas que, mais tarde, mudando de ideia, fez a vontade do pai.
Ficou claro que Jesus estava falando aos líderes religiosos que, embora tivessem começado pelo caminho correto, rejeitaram a Cristo e seus ensinos. Eles eram como o primeiro filho que disse sim ao seu pai e depois não foi. O segundo filho, se refere aos coletores de impostos e meretrizes que viviam uma vida de pecado e que se recusavam a fazer a vontade de Deus. Mas, quando veio João Batista se arrependeram, creram, e entraram no reino de Deus. Assim fizeram a vontade do pai.
A aplicação para nós hoje também deve ficar clara. Não devemos apenas prometer, falar, mas não praticar. Não é certo assumir compromissos só na frente das pessoas para aparecer e depois de começar bem nunca ir até o fim. Aprendemos aqui que a pessoa que se recusa a fazer o que lhe é pedido, mas que, mais tarde muda de ideia e faz a tarefa, é melhor que aquela que promete cuidar de suas obrigações, mas nunca as realiza. Pensamos, às vezes, que o ato de dar só é genuíno quando nutrimos sentimentos positivos, quando damos espontaneamente. Amor é tão forte, ou mesmo mais forte, quando nos damos a outra pessoa mesmo sem que nossa atitude se acompanhe dos bons sentimentos. O maior ato de Jesus foi feito depois de atitude de angústia extrema. Ele não queria morrer. 


Mais importante do que concordar com o que é certo, é praticá-lo.