sábado, 4 de junho de 2016

Omissão

Lucas 6.6-9 

Nenhum de nós vive apenas para si, e nenhum de nós morre apenas para si (Rm 14.7). 

A cada dia os corações das pessoas tornam-se mais individualistas. O problema desta geração é que sua busca pela realização e a felicidade pessoal tem-se tornado mais importante que qualquer lei ou mandamento, não importa o quanto se tenha de transgredir para alcançar essa “felicidade”. O que importa não é a necessidade do próximo - é conquistá-la mesmo à custa da tristeza de outros, ignorando ou até oprimindo quem está por perto.
Grande é a falta de percepção que ocorre quando não se vê que, quando algo desagrada a Deus, não pode trazer satisfação verdadeira. Qualquer ação ou pensamento que seja errado diante da Palavra de Deus precisa ser rejeitado. A desculpa de que os fins justificam os meios deve ser recriminada.
Uma geração que tem a realização pessoal como algo mais importante que a moral e se agrada mais em si mesma do que em Deus e em sua vontade, não se preocupa com o que deveria estar fazendo pelos outros. Esquece que tem uma missão a realizar muito maior do que sonhar com a sua própria vontade e seus desejos pessoais. Assim esta geração se torna omissa e negligente no que deveria fazer.
O pecado da omissão, ou seja, deixar de fazer o bem, é um grande mal. As pessoas se escondem em seus desejos e planos e não mais percebem o que deve ser feito. O bem que deve ser feito tem sido negligenciado e desmerecido. 
Portanto, há somente um caminho para esta sociedade de coração individualista. Reconhecer a vontade de Deus para sua vida, alegrar-se no Senhor e obedecer à sua vontade. É preciso deixar as desculpas, é preciso deixar o vazio das realizações egoístas e fazer o que deve ser feito, olhando mais para o próximo do que para si mesmo. Faça a sua parte! 


Fazer o bem é o que me faz bem.