quarta-feira, 15 de junho de 2016

Porco­ espinho

Romanos 12.9-21 

Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê (1Jo 4.20). 

Você conhece a fábula do porco-espinho? Ela diz o seguinte: “Durante a Era Glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos. Assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e alguns morreram congelados. Precisavam fazer uma escolha: aceitar os espinhos dos companheiros ou desaparecer da Terra. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. Dessa forma, sobreviveram”. Realmente, conviver com outras pessoas pode-nos causar problemas, mas a Bíblia diz que devemos fazer tudo o que for possível para viver em paz com todos. Podemos alcançar isso quando:
1) tratamos as pessoas com humildade, demonstrando amor sincero;
2) praticamos o que é bom;
3) somos hospitaleiros e dividimos o que possuímos e
4) se alguém nos perseguir, em vez de buscar vingança orarmos por aquela pessoa, confiando em Deus, que julgará a todos. Não devemos “fazer justiça com as nossas próprias mãos”. 
Por mais difícil que seja a convivência, seja em casa, no trabalho ou na comunidade cristã, não podemos viver isoladamente. Temos de aprender a conviver com os espinhos dos relacionamentos, sabendo que com amor podemos entender melhor as pessoas. Vamos perceber que quando tratamos os outros com amor e humildade somos também tratados da melhor forma até por pessoas com que considerávamos impossível conviver.


O amor de Deus quebra os nossos espinhos e protege contra os do próximo.