terça-feira, 26 de julho de 2016

Vencer o mal

Hebreus 12.12-17 

Façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria (Cl 3.5). 

Há alguns anos li um texto em que um pastor, falando a respeito do perigo que é andar no conselho dos ímpios, citava um artigo de uma revista que dizia o seguinte: “Sua vida está difícil? Nunca pareceu tão chata? A pressão está insuportável e você não vê a hora de fugir para um respiro, qualquer que seja ele? Não se descabele. Antes de se entregar a devaneios sobre como ganhar na loteria para se permitir um cruzeiro pelas ilhas gregas, respire. Pense que nem sempre é preciso recorrer a expedientes tão extremos para se livrar das pressões. Pecar pode ser a solução”. Realmente a autora do artigo dá um conselho muito errado. É errado pensar que se possa vencer o mal fazendo o mal. Ou pensar que, se estamos desanimados com nosso casamento, convém trair nosso cônjuge e que assim ficaremos bem. Ou ainda que, se estamos tristes com a vida, sair, comer e beber poderá nos animar. Na verdade, esse pensamento é o primeiro que vem à nossa mente quando os problemas chegam. Quando nos decepcionamos com alguém, queremos brigar. Quando falta dinheiro, pensamos em esquecer, saindo e comprando mais. É claro que errar mais não conserta erros. A única forma de melhorar é buscar fazer o que é certo. Quando somos tentados a cometer “pequenos delitos” achando que assim nos sentiremos melhor, precisamos recorrer a Deus pedindo que ele nos livre dessa tentação e nos ensine a fazer o que é bom.
É preciso fugir de tantos conselhos de pessoas que não têm compromisso com Deus. De tudo o que ouvimos, devemos extrair apenas o que é bom. Temos de andar em caminhos retos, lembrando que é a única forma de restabelecer nossa vida e não piorar as coisas. O preço do pecado é a morte. Ele vai destruindo tudo o que temos, até destruir a nós mesmos também.


Uma vida de santidade nos leva à presença de Deus.