terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A chama da esperança

Jeremias 17.7-8

Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança” (Pv 14.32).

Diz uma ilustração: Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam. A primeira vela disse: - Eu sou a Paz! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente. A segunda vela disse: - Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. Há pessoas que não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento leve bateu sobre ela, e ela se apagou. Falando baixinho e com tristeza a terceira vela se manifestou: - Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem até daqueles à sua volta que as amam. E sem demora apagou-se. De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas. - Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar. Então a quarta vela falou: - Não tenha medo criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas, eu sou a Esperança. A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas as outras.
Bendito é aquele que tem esperança no Senhor. É revestido de força no tempo de fraqueza. Abençoado é o caminho de quem confia em Deus. Na esperança somos salvos. Na esperança nossa fé é fortalecida. Cristo Jesus é nossa esperança. Quem tem Cristo, tem esperança. Com esperança temos ousadia de anunciar a Palavra de Deus. 


Que a vela da esperança nunca se apague dentro de nós.