sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Paz e acesso

Romanos 5.1-4

“Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do SENHOR por todos os seus pecados” (Is 40.2).

Quando Deus criou o homem, a melhor coisa que Adão e Eva experimentavam era o acesso ilimitado a Deus. Viviam em paz, desfrutavam da amizade da presença de Deus. Depois do pecado, Deus colocou um anjo na entrada do Jardim do Éden com uma espada. O acesso e a paz agora se tornaram proibidos. Somente com a morte e ressurreição de Jesus podemos ter novamente acesso ao Pai. Paulo diz, em Romanos 5, que fomos justificados mediante a fé. Temos paz com Deus por meio de Jesus. Obtivemos também acesso a Deus por esta mesma fé.  
R. C. Sproul diz: “Paulo descreve o fim da pior guerra, a inimizade contra Deus. O homem em sua condição natural não quer saber de Deus, está em guerra contra Deus. Nem sempre a nossa consciência está em paz. Nós pecamos, e quando o fazemos, nossa consciência fica perturbada. Ficamos perturbados pensando que Deus já não é nosso amigo. Mas Deus olha para nós e ele nos vê cobertos pela retidão de Cristo”. 
Podemos viver em paz. A paz de Jesus, o príncipe da paz. A paz perfeita, diferente da paz que o mundo oferece. Nos aproximemos de Jesus. Ele põe fim à guerra e à inimizade com Deus. Ele nos convida a entrar na casa do Pai. A morte de Jesus na cruz nos dá completa liberdade e acesso à presença de Deus. 

Tenhamos intrepidez e nos acheguemos a Deus com um coração sincero.