quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Consciência consciente

Hebreus 9.11-14

“Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens” (At 24.16).

A psicologia moderna trata a culpa como um mal. Conselheiros falam sobre a necessidade de se perdoar sem passar pelo arrependimento e perdão. “Não seja tão duro co você mesmo, pare de se culpar”. Já a Bíblia nos diz que: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1.8-9).
Acreditar que rejeitar a culpa é uma forma de libertar-se é como acreditar que jogando a sujeira para baixo do tapete está limpando a casa. Não podemos calar nossa consciência. Precisamos ouvi-la mais vezes. Não devemos cauterizar ou corromper a consciência, devemos limpá-la, santificá-la. A palavra consciência é a combinação das palavras latinas scire (“conhecer”) e con (“juntamente”), ideia de viver com conhecimento. 
Nossa consciência é purificada na salvação. “O sangue de Cristo, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas para servimos ao Deus vivo!” (Hb 9.14). Aqueles que professam a Cristo, mas rejeitam a fé e uma boa consciência, naufragam espiritualmente (1Tm 1.19). Confesse e abandone o pecado. Examine o seu sentimento de culpa à luz das Escrituras. Trabalhe com o pecado que a Palavra de Deus revela através de sua consciência. 


Inunde sua consciência com a Palavra de Deus.