sexta-feira, 13 de abril de 2018

O sonho de Nabucodonosor

Daniel 2.24-28

Teus, ó Senhor, são a grandeza, o poder, a glória, a majestade e o esplendor, pois tudo o que há nos céus e na terra é teu. Teu, ó Senhor, é o reino; tu estás acima de tudo (1Cr 29.11).

O capítulo 2 de Daniel inicia com um acontecimento muito tenso. Nabucodonosor teve um sonho que o deixou perturbado. Chama então os magos, feiticeiros, encantadores, astrólogos, todos os sábios existentes. Ele então lança um desafio. Eles deveriam revelar qual foi seu sonho e dar a interpretação. De forma tirana diz que vai matar a todos se não  conseguissem  o que ele queria. Daniel, de forma corajosa, se propõe a fazer o que o rei pediu. Ele pede um tempo, o que lhe foi concedido. Então ele ora e pede para os seus amigos orarem pedindo a Deus uma solução. Deus responde a oração e Daniel agradece a Deus, depois se apresenta a Nabucodonosor. 
O sonho foi revelado. E Daniel aproveitou a oportunidade para confrontar o pensamento dos babilônicos. Daniel mostra a irrelevância de todos os deuses e autoridades religiosas que Nabucodonosor reverenciava. Daniel em nenhum momento aceitou a glória para si. Mas deixou claro que tanto o sonho, quanto sua revelação e a interpretação foram obra de Deus. Quando o rei perguntou a Daniel se ele era capaz de contar o sonho e revelar ele respondeu: “Nenhum sábio, encantador, mago ou adivinho é capaz de revelar ao rei o mistério sobre o qual ele perguntou, mas existe um Deus nos céus que revela os mistérios” (27-28a). Ele diz também no v.30 que o mistério foi revelado a ele não porque ele era mais sábio do que os outros. 
Infelizmente Nabucodonosor não compreendeu muito bem o que Daniel disse sobre o poder pertencer a Deus. Tanto que no v. 48 vemos a frase “o rei engrandeceu a Daniel”. 
Precisamos ter coragem para enfrentar os problemas mais difíceis. Para isso, devemos orar e pedir que outros também intercedam por nós. Se for da vontade de Deus ele dará a vitória. E nós, humildemente, devemos atribuir toda glória a Deus. 

Coragem e fé são a chave da porta dos impossíveis.