domingo, 1 de abril de 2018

Também viverei

Jó 19.25-27

Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6.40).

“Onde estou? eu não sei - e nem sei onde estive e nem onde estarei - mas eu sei que ele vive! E como sei que vive o meu Senhor e Rei, sei que com ele estive e com ele estarei!
Se a razão que motiva a paz, eis sua lei: o meu Redentor vive e eu também viverei! 
Começo este texto com o poema de Gióia Júnior, “Eu sei que meu Redentor vive”. Estas palavras foram proferidas por Jó. Ele tinha seu corpo tomado por enfermidade. Já estava perdendo a esperança de um dia ser curado. Mas ainda havia em seu coração a esperança da ressurreição. “É certo que Jó acreditava ter um redentor que o amava e por quem o seu coração ansiava. Toda passagem evoca fortemente a necessidade que todo pecador tem de um mediador que seja ao mesmo tempo, Deus e homem” (Comentário Bíblia de Genebra). 
No capítulo 14 do livro de Jó, ele já havia falado a respeito da ressurreição. Retrata a brevidade da vida (14.1-2) dizendo: “O homem nascido de mulher vive pouco tempo e passa por muitas dificuldades. Brota como a flor e murcha. Vai-se como a sombra passageira; não dura muito”. Para falar sobre a ressurreição, ele usa um exemplo de uma árvore que depois de morrer, ainda em seu tronco pode nascer uma planta nova. Como há esperança para a árvore, há também esperança para o homem. Jesus afirmou que ele é a nossa esperança de ressurreição - “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?” (João 11.25-26).
O que para muitos pode parecer incerto é, na verdade, o mais certo. É certo que iremos encontrar com o Senhor, é certo que iremos ressuscitar. Podem existir na vida muitas incertezas, mas uma coisa não devemos duvidar, como disse o poema, o meu Redentor vive e eu também viverei. 


A ressurreição é nossa motivação.