segunda-feira, 18 de junho de 2018

Qual é a Sua Alcunha?

Romanos 16.3-16

Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus (1 Pe 2.16).

Alcunha significa qualificativo especial ou até mesmo depreciativo que se acrescentava ao nome próprio, como um sobrenome. Certo velho que fizera nome pelo êxito na fabricação de pregos, teve a seguinte conversa com o filho: “Filho, quando falam de você, qual o nome que lhe dão?”. “Ora, João!”. “Mas, só João? Nada mais que o descreva melhor?”. “Não, só João!”. “Bem, e quando falam de mim?”. “Ah! Aí é sempre João dos Pregos”. “Pois aí você vê a diferença! Tenho orgulho em saber que me dão este apelido. Dão-me o nome de João dos Pregos, porque tenho feito algum bem com pregos; tenho fabricado pregos de qualidade superior, o que me custou muito tempo e esforço. E você, é João, e nada mais! Um João como centenas de outros, sem qualificativo que o destaque entre a multidão. Não acha que é tempo agora de adquirir a sua própria alcunha, que indique a avaliação que seus conhecidos possam dar a você?”. 
A Bíblia nos conta de diversas pessoas que adquiriram alcunhas ou nomes descritivos: 
Veja esta seleção do Jornal Expositor: Abrão, o amigo de Deus (Tg 2.23). Apeles, aprovado em Cristo (Rm 16.10). Boanerges, o filho do trovão (Marcos 3.17). Barnabé, homem de bem (At 11.24). Davi, o suave salmista (2Sm 23.1). Débora, mãe de Israel (Jz 5.7). Daniel, servo do Deus vivo (Dn 6.20). Eva, a mãe de todos os viventes (Gn 3.20). Jubal, pai dos músicos (Gn 4.21). João, o discípulo amado (Jo 19.26). João Batista, uma candeia ardente e resplandecente (Jo 5.36). Lucas, o médico amado (Cl 4.14). Maria, a mãe de Jesus (Jo 2.1). Moisés, homem de Deus (Dt 33.1). Febe, protetora de muitos (Rm 16.2). Priscila e Áquila, Cooperadores de Cristo (Rm 16.3). 
Qual a sua alcunha? Como você é conhecido? Que sirvamos a Deus e nos destaquemos em alguma tarefa importante pela qual possamos ser reconhecidos. 

Que nossa vida glorifique a Deus.