terça-feira, 11 de setembro de 2018

No caminho

Marcos 15.9-15

Não cometam injustiça num julgamento; não favoreçam os pobres, nem procurem agradar os grandes, mas julguem o seu próximo com justiça (Lv 19.15).

Uma mulher que vendia gardênias diante do Radio City Music Hall, em Nova York, exibia o seguinte cartaz: “Não estou faminta e não tenho filhos para alimentar. Vendo flores porque amo as flores e gosto de vendê-las. Se quiser comprar, custam 25 centavos cada uma, e eu lhe agradeço. Se não está interessado, isto é com você, e que Deus o guie em seu caminho”. A mulher esvaziou cinco cestas de flores em quinze minutos. Esta história me lembra a questão da honestidade. Infelizmente, muitos ainda acreditam que para conseguir alguma coisa não podem ser totalmente sinceros. Sempre estão aumentando um pouco uma história contada, sempre escondendo fatos. Estes estão errados. O melhor caminho é a declaração da realidade. Falar a verdade. Esta história também é de grande motivação, pois mostra que quando você faz o que gosta e se dedica em fazer o melhor possível, você sempre alcançará os benefícios de seu trabalho. Mesmo que não ganhe muito dinheiro, você sempre será recompensado. 
Precisamos viver com sinceridade e naturalidade. Nosso maior interesse deve ser agradar a Deus com nossas ações. Se as pessoas se importam ou não com o que fazemos, não é o mais importante. Devemos ser gratos a quem nos ajudar, quem for nosso companheiro na caminhada. Quanto a quem não concordar, apoiar e até nos perseguir, não temos muito o que fazer a não ser orar por estas pessoas. Precisamos aprender a lidar com oposição. Não podemos nos desviar de nosso propósito para agradar às pessoas. Quando queremos agradar a todo mundo, acabamos não agradando ninguém e desagradando a Deus. Lembre-se de Pilatos que, desejando agradar a multidão, soltou Barrabás, mandou açoitar Jesus e o entregou para ser crucificado (Mc 15.15). O próprio Jesus disse: “não procuro agradar a mim mesmo, mas àquele que me enviou” (Jo 5.30).

Viva para Deus.