domingo, 14 de outubro de 2018

Oração de um justo

1Reis 18.41-45

Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei (Jr 29.12).

Depois de três anos e meio que Elias havia dito a Acabe que não iria chover, agora ele diz que vai chover: “Já ouço barulho de chuva pesada” (1Rs 17.41b). Esta palavra do profeta indicava que o tempo de ansiedade e fome estava chegando ao fim. Elias demostra grande confiança nas promessas de Deus. Depois de tanto tempo sem chuva, ele vai até Acabe dizendo que ouvia barulho de chuva pesada quando ainda não havia chovido. Depois que ele ora pedindo chuva, fala para seu servo olhar na direção do mar para ver se havia algum sinal de chuva. Quando seu servo disse que não havia nada lá, ele manda olhar novamente. Somente na sétima vez seu servo disse ver uma nuvem pequena. Se sem algum sinal, ele já havia dito estar ouvindo barulho de chuva, agora, vendo uma pequena nuvem, já manda avisar que Acabe deveria se apressar, porque a chuva poderia impedi-lo de seguir viagem. Acabe, instruído por Elias, tomou o caminho de Jezreel. Elias, fortalecido pelo Senhor, conseguiu correr vinte e sete quilômetros até o palácio de verão de Acabe em Jezreel e chegou a essa cidade antes de Acabe. 
Sua confiança estava no que Deus lhe havia dito. “Vá apresentar-se a Acabe, pois enviarei chuva sobre a terra” (1Rs 18.1). Ele também pode ter sido fortalecido pela experiência anterior. Ele já havia profetizado o contrário, “não cairá orvalho nem chuva nos anos seguintes, exceto mediante a minha palavra” (1Rs 17.1), e tudo ocorreu como ele havia dito. Realmente não choveu por três anos e meio. Tiago usa esta história para falar que a oração de um justo é poderosa e eficaz. Ele ressalta que Elias era “como um de nós” (Tg 5.17). Mesmo diante de grande dificuldade devemos orar. Após orar e ver a promessa de Deus se cumprir, Elias foi fortalecido com o poder do Senhor. Ver as promessas de Deus se cumprindo gera em nós grande entusiasmo e alegria. 

Não reclame, clame.