terça-feira, 13 de novembro de 2018

Ampliando a visão


Salmo 119.17-24

Você diz: ‘Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada’. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego, e que está nu (Ap 3.17).

O conhecimento não é companheiro dos cegos. Veja esta ilustração: Na índia havia uma cidade onde todos eram cegos. Um rei, com seu cortejo, chegou àquele povoado e acampou no deserto. Tinha um poderoso elefante que usava para atacar e amedrontar as pessoas. A população estava ansiosa para ver o elefante e três dos cegos desta comunidade se precipitaram como loucos para encontrá-lo. O primeiro cego agarrou-se a uma das patas do animal e disse: “- Mas, um elefante é como um tronco de árvore!” O segundo cego, encontrando a tromba do animal disse: “- Qual nada, um elefante é como uma mangueira!” 
O terceiro, que havia segurado no rabo do elefante dizia: “- Árvore! Mangueira! Vocês estão loucos! Um elefante é como um espanador!” 
Esta ilustração é um ótimo exemplo de como não devemos julgar sem ter uma visão ampla de um fato. Também não podemos descrever uma pessoa por apenas uma atitude. Ou achar que alguém é muito bom ou mau pela aparência. 
Conhecer realmente uma pessoa é mais difícil do que parece. Sempre teremos dificuldade de julgar certos fatos. Isso ocorre porque nossa visão é parcial. Por isso, não devemos ter pressa em emitir nossa opinião sobre certas coisas que não conhecemos. Muito menos pressa em julgar nosso próximo. Muitas discussões seriam evitadas se ouvíssemos antes de falar. Se tentássemos enxergar todos os lados da situação antes de chegar a uma conclusão. 
Só podemos enxergar a realidade se buscarmos em Deus sabedoria. Para ter sabedoria é preciso pedir a Deus. Antes de qualquer decisão é preciso oração. Não resolvemos nossos problemas fazendo o que achamos melhor, mas tomamos decisões de acordo com o que a palavra de Deus ensina. Sem Deus estamos cegos. A pouca visão que temos é embaçada, distorcida. Busquemos o Senhor. Nos conselhos de Deus encontraremos paz para as decisões mais difíceis. 

Que julga sem ver, erra sem perceber.