quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Hospitalidade

Hebreus 13.1-9

Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração (1Pe 4.9).

Vivendo em um tempo que temos dificuldade de confiar nas pessoas, falar em hospitalidade pode parecer estranho, mas essa é uma grande forma de demostrar amor, é uma atitude recomendada na Bíblia. Hospitalidade é amor àqueles “de fora”, os desconhecidos, é o desejo de ajudar estes, acolher e suprir as suas necessidades.
Não devemos negligenciar a hospitalidade. Mais do que um peso, a hospitalidade abençoa aquele que a exerce. Por isso, não devemos fugir deste compromisso, mas praticá-lo sempre, e quando fizermos, devemos agir com alegria, não murmurando.  
A hospitalidade é tão importante que em Mateus 25, encontramos o ensino de que no dia do juízo Jesus dirá aos seus filhos: “Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado” (v.34). Então ele acrescenta o seguinte: “Porque tive fome e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber, era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me” (v.35 e 36). Quando perguntado pelos salvos sobre quando fizeram isto Jesus respondeu: “Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (v.40).
É preciso vencer as barreiras que nos impedem de praticarmos a hospitalidade. O interesse pelo próximo, mais do que a nós mesmos, agrada a Deus. O egoísmo destrói nossa alma, mas o amor ao próximo nos faz generosos e mais felizes. 
Abra seu lar de bom grado, sentindo-se privilegiado. “Seja constante o amor fraternal. Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos” - (Hb 13.1-2). A prática da fraternidade através da hospitalidade deve ser exercida por nós. Somos exortados por Deus a viver uma vida de amor ao próximo. O nosso próximo não é apenas um familiar ou um amigo, mas inclui pessoas que encontramos na caminhada e que precisam de nossa acolhida. 


Sejamos hospitaleiros!