segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Valente de Davi


1Samuel 23.8-12

Desde os dias mais antigos eu o sou. Não há quem possa livrar alguém de minha mão. Agindo eu, quem o pode desfazer? (Is 43.13).

Como ficamos impressionados com algumas histórias de vida de pessoas que são verdadeiros heróis. Vidas altruístas que nos fazem perceber nossa pequenez, mas ao mesmo tempo nos incentivam a fazer mais e a ser mais. 
Davi tinha pelo menos trinta e sete homens que formavam o seu conselho de guerra, seus valentes. Eram homens com os quais ele se aconselhava para a batalha. Andavam juntos. Mas desses trinta e sete, havia um grupo especial de cinco. Dos cinco, três eram considerados cabeças. Estes três eram Josebe-Bassebete, Eleazar e Sama.
Josebe-Bassebete chamado de Jasobeão (1Cr 11.11) era o principal dos três. A Bíblia conta que ele, “numa ocasião, com uma lança, enfrentou oitocentos homens numa mesma batalha e os matou” (2Sm 23.8). Eles estavam lutando, guerreando e ele, com a sua lança, foi contra oitocentos e os feriu de uma só vez. Com certeza foi uma atitude muito valente. Ele poderia ter corrido ou esperado a morte sentado, mas creio que ele deve ter pensado “eu não posso ficar parado, eu tenho que tentar algo.” Ele deve ter ouvido alguém dizendo: “não vá... isso é suicídio”. Mas, como um grande valente, diante da impossibilidade, confiou em Deus. 
Não devemos desanimar diante das aparentes impossibilidades. No evangelho de Marcos encontramos um pai que tinha um filho doente e já estava sem esperanças. Ele diz a Jesus: “se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos”. Jesus responde dizendo: “Se podes? Tudo é possível ao que crê” (Mc 9.23). Então, com lágrimas, o pai do menino disse: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!”
As coisas mais impossíveis, como vencer batalhas, suportar o peso dos problemas e tentações, podem se tornar possíveis. Precisamos clamar a Deus pedindo que ele nos dê o livramento e a fé necessários para nos fortalecer. 

Precisamos, como um valente, crer no impossível.