quarta-feira, 6 de março de 2019

Divino Escultor


Leitura Bíblica: Salmo 116.16-19

Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados! (Rm 4.7).

Em uma das galerias de Paris há uma estátua notável. O escultor, como em geral todos os artistas famosos, era muito pobre, viveu e trabalhou num sótão. Afinal, completou a estátua. Olhou-a cheio de orgulho e afeição; quantas noites perdidas, quanto sacrifício e quanta paciência representava aquela estátua! Bastante cansado deitou-se, mas aquela noite caiu sobre Paris uma geada fortíssima. O escultor acordando no seu quarto frio e desconfortável lembrou-se da sua estátua tão recentemente terminada – teve receio que a geada estragasse o trabalho que com tanto esmero fizera. Correndo os olhos pelo quarto, nada via com que pudesse proteger sua tão sonhada estátua. Não hesitou um momento sequer, levantou-se e tirando a roupa de cama com que se cobria, agasalhou com o máximo cuidado a bela escultura. Pela manhã o escultor foi encontrado morto, mas a sua estátua ainda existe hoje. Morreu para perpetuar a obra das suas mãos. 
Alguém comentando esta história disse: “Somos a obra das mãos do Grande Artista. E ele, semelhante a este escultor, morreu também, morreu para dar-nos vida eterna. Há, porém, uma diferença: ao morrer este artista, apenas preservou a sua estátua do mau tempo naquela noite; o Divino Escultor, porém, ressuscitou e vive para todo sempre, podendo proteger-nos de todos os perigos”. 
Nosso coração se enche de alegria por tão grande amor, pela maravilhosa salvação que temos em Cristo Jesus. Por isso, buscamos também doar nossas vidas em sacrifício agradável a Deus. Não vivemos mais para nós mesmos, mas somos servos de Deus. Paulo ensina aos Efésios, que nossas ações devem ter como alvo ser como Jesus. “Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus” (Ef 5.1-2). 

Eu amo o Senhor que me salvou.