quarta-feira, 12 de junho de 2013

Fidelidade


Um empregado foi despedido por seu patrão por afir­mar que não poderia trabalhar aos domingos, por motivo de consciência:
- Ainda que conheça o regulamento da casa, ainda que o sustento da minha pobre mãe dependa do meu emprego, sinto que não posso trabalhar aos domingos. O senhor me desculpe!
Então vá ao Departamento de Pessoal segunda-feira, para receber suas contas - disse o patrão.
Certo dia, conversando com um banqueiro que precisa­va de um empregado, o ex-patrão indicou o nome daquele que tinha sido despedido por não querer trabalhar aos do­mingos. Recomendou-o considerando-o ideal para ser cai­xa no banco.
-  Mas você o despediu, disse o amigo.
-  Sim, eu o despedi, porque não queria trabalhar aos domingos, mas um homem que pode perder o emprego para não violentar a sua consciência e princípios, servirá muito bem como caixa e pessoa de confiança.
"Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito. Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?" (Lc 16.10-12).